Fantasiada de Fênix, retorno das cinzas!

Nossa, foram tantas coisas nesse tempo todo sem dar as caras por aqui. Tanto recheio para esse bolo chamado vida (argh, que breguice!). Nem todas foram boas. As boas foram MARAVILHOSAS, e as ruins foram realmente péssimas.

E mais uma vez dou uma chance para esse mundo virtual e retomo o blog. Ando com vontade de tomar essa atitude já faz um tempo. Tenho tanto a dizer, tanta coisa para contar e espero poder fazer isso nos próximo dias. Colocar em dia a vida vai ser difícil, mas o blog é possível. Então, logo logo esse bichinho será atualizado. E espero que a vontade não morra com o tempo, mais uma vez. Mas acho que agora vai. Sinto muita falta desse cantinho aqui. Até breve. :)

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6 on 6 (julho, 2014)

O dia seis chegou mais uma vez e com ele o projeto 6 on 6. Adorei participar no mês passado e continuo esse mês com mais algumas fotos. De última hora, admito. Todas experimentando o foco com a 18-55 mm com a minha Canon T3. Esse mês, com exceção das fotos do 6 on 6, fotografei apenas com o celular novo (um Moto G, que por sinal tem uma câmera péssima) e acabei relaxando com a ideia de treinar mais a fotografia. As fotos desse mês foram tiradas com a câmera apenas nos 45 do segundo tempo, ou seja, acabei fotografando para o 6 on 6 no dia de postar. Fiquei sem ideias e resolvi brincar com o foco. De noite a luz não ajuda muito, mas até fiquei satisfeita com algumas das fotografias. :)


Quer participar? A brincadeira é simples: você precisa postar seis fotos no seu blog, todo dia 6 do mês! Acompanhe todos os blogs participantes na página do Facebook. :)

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DIY: capa para Kindle (ou Kobo) a partir de um livro

Eu tenho um amor pelos livros que já é de conhecimento público. Por isso não foi fácil começar com esse DIY quase um ano e meio atrás. Quando eu ganhei meu Kindle a primeira coisa que fiz – depois de baixar muitos títulos e antes de começar a carregar ele por aí – foi pensar em uma capa para protegê-lo. Pesquisei algumas para comprar e achei pouca variedade em lojas virtuais nacionais. Comprar em lojas da gringa não era uma opção devido ao imposto absurdo que teria de pagar, praticamente dobrando o preço da peça. Então comecei a procurar tutoriais super bacanas pra criar minha própria capa. Foi então que encontrei como fazer uma case a partir da capa de um livro.

Depois de muita reflexão eu resolvi começar. Adorei exercer meu lado craft há muito esquecido e fiquei super feliz com o resultado. Mas ainda não é a capa ideal para carregá-lo por aí na bolsa, pois a capa do livro é sensível. Ainda quero uma capa de tecido para carregá-lo e vou deixar a capa de livro para guardar o e-reader na estante. Fica muito bacana. Gostaria de ter gravado um vídeo tutorial, mas minhas habilidades não são das melhores e demorei muito para fazer, além de que não tenho um tripé e não conseguiria gravar e fazer ao mesmo tempo. Então fotografei cada parte do processo para mostrar como faz e o resultado final. Espero que goste e faça a sua própria capa. Continue reading →

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6 on 6: junho de 2014

Minha primeira participação no projeto 6 on 6! Adoro esse projeto. Sempre olho os blogs participantes para ver as fotos do mês e buscar inspiração.

O projeto é super simples: todo dia 6 é preciso postar 6 fotos. Tema livre. Barbada, né?! Para saber mais e conhecer outros blogs que participam da brincadeira é só acessar o grupo do Facebook.

E na minha estreia eu trouxe fotos das minhas paixões, meus filhos felinos. As fotos foram tiradas para testar a lente 50mm que eu adquiri recentemente. Ainda estou me acostumando com ela :)

.Gandalf

Starbuck

Willow

Salém

Smeagol

Hora de comer!

Apenas a última foto foi editada. Por ordem de idade: Gandalf, Starbuck, Willow, Salém e Smeagol.

E então, gostou? Eu adorei participar do projeto. Mês que vem tem mais 6 on 6.

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Floripa, inspiração

Em setembro de 2013 eu fui pela primeira vez para a capital catarinense. Sim, parece bobagem escrever sobre uma viagem que tanta gente já fez (falo daqueles gaúchos que veraneiam todos os anos ou já foram muitas vezes na vida no litoral paradisíaco do estado vizinho), mas eu fiquei realmente encantada com a ilha.

E quem não ficaria? Isso que o feriadão mais importante para o povo gaúcho segundo a valorosa Zero Hora (SQN) foi um final de semana chuvoso em todo os sul do país. Nem a chuva torrencial tirou a beleza da ilha. Nem os engarrafamentos mil tiraram os mistérios da ilha. Percorri toda ela de carro com um casal de amigos e o namorado. Visitei todos os points badalados de Floripa e fiquei com aquele gostinho de quero mais.

Quero no verão, quero no inverno, quero aprender a nadar para aprender a surfar. Sim, eu cogitei até essa possibilidade, tamanha admiração que garrei desse povo que pega onda. Claro que essa vontade deu e passou, mas cada vez que vejo o mar eu penso que seria uma possibilidade bastante interessante (a gordinha aqui já aprendeu a nadar, mais ou menos, mas a coragem de subir numa prancha ainda está bem longe de se materializar). Sobre aprender a nadar aos 29 anos, sobre essa vontade repentina e maluca e sobre o apreço ao esporte e seus praticantes eu posso escrever em outra oportunidade, se for vontade de vocês, claro.

Floripa me deixou com vontade de largar tudo e morar lá. Viver uma vida simples, na praia, sem muita preocupação. Por vários motivos, dentre eles o fato de ser uma cidade grande, com todos os confortos de uma vida moderna, mas com a possibilidade de viver no mato, na beira da praia, vivendo devagar, em conexão com a natureza. Essa possibilidade não só me encantou, mas me transformou de tal forma que agradeço todos os dias por ter ido pra lá no momento que fui. Estava precisando. E esse tipo de viagem, que te transforma, que te faz ver o outro como possibilidade e não com estranhamento puro e simples (lembra dos surfistas?) é a mais gostosa de se fazer. E como disse Olivia Maia em uma de suas newsletters (a propósito, já assinou a newsletter dela, é incrível, assina logo!) a viagem e a literatura tem muito em comum. Em ambas eu posso conhecer outros mundos, outras formas de viver (n)o mundo e criar empatia com elas. Lindo isso, né? Eu concordo plenamente.

Uma pena não ter levado máquina fotográfica e depender das fotos podrinhas do celular. Mas ficou registrado na memória.

Vista da ponte Hercilio Luz

Vista do Mirante do Morro da Cruz

Surfista de pedra

 

Veja mais fotos no álbum do Flickr.

Adorei conhecer as praias, tomar banho de mar em um dos pouquíssimos momentos em que a chuva deu sossego, admirar a paisagem magnífica da ilha, visitar prainhas de pescadores e praias super badaladas pela juventude bonita e festeira, adorei conhecer Santo Antônio de Lisboa, um dos pontos altos da viagem, sem dúvida. Adorei a aventura, a loucura da cidade, adorei a comida. Adorei tanta coisa, adorei tudo que vi e vivi por lá. Espero voltar muitas outras vezes e conhecer amigos virtuais que moram por lá.

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