Sobre a arte de economizar

Recentemente falei sobre como preciso mudar minha vida para me sentir melhor. Pensei em alguns pequenos projetos para ajudar. O primeiro deles, que no momento parece ser fundamental para colocar muita coisa nos eixos, é um projeto financeiro. Dando um jeito na bagunça que é minha vida financeira tenho a impressão que outras metas ficarão mais fáceis. Não que elas serão fáceis, mas estarão um pouco mais ao alcance.

Para isso, preciso aprender a lidar com minhas finanças, economizar dinheiro, fazer uma poupança para poder ter minha independência financeira e começar a alçar vôos mais longos. Então pensei em algumas metas possíveis para esse primeiro projeto pessoal, e é só o começo. Mas vou confessar, não vai ser fácil não. Persistência e perseverança não são palavras fáceis de adicionar no vocabulário de alguém que nunca teve muita motivação. Confiança em si é fundamental para que as metas sejam alcançadas e confesso que careço de uma boa dose de confiança.

Vamos lá:

Meta 1

Até dezembro de 2015 eu pretendo não comprar. Simplesmente isso. Chega de passar  em frente a uma vitrine e comprar só porque achei bonito ou estava em liquidação. Tenho ruas o suficiente, maquiagem o suficiente, mais livros do que conseguirei ler até o final do ano, materiais de desenho e pintura que ainda nem usei. Então, nada de comprar!

Meta 2

Quitar minhas dívidas. TODAS! Quero estar zerada até fevereiro do ano que vem. Para isso, terei de controlar o dinheiro que entra, e como não vou comprar, todo o dinheiro que entrar terá destino certo: pagar o que já devo. Quero dizer, quase todo o dinheiro que entrar. Calma, não estou trapaceando não.

Meta 3

Fazer uma poupança. Estou passando por uma fase bem complicada da minha vida, que é assunto para outro post, quem sabe. Por isso, uma quase meta é ter um lugar para morar até o final do ano. Para que isso aconteça, preciso ter uma graninha guardada para eventuais gastos. Além disso, é claro, viajar é preciso e nunca se sabe qual vai ser o próximo destino, por isso é sempre bom ter um dinheiro guardado.

Meta 4

Criar uma planilha de gastos, pois mesmo não comprando nada existem gastos como passagem, alimentação, moradia e etc. E para controlar tenho que organizar. Então uma planilha de gastos e anotar tudinho, até os R$ 0,05 centavos que não voltaram de troco na passagem, se torna necessário.

Meta 5

Um bazar. Isso mesmo. Estou separando roupas, calçados, acessórios, maquiagens, perfumes, livros, DVDs, CDs, etc. Coisas que não uso mais, que estão em bom estado (algumas nunca foram usadas) e que podem fazer outra pessoa feliz e me ajudar a juntar uma graninha. Só falta decidir se farei um bazar tipo garage sale ou um criarei uma lojinha virtual

Então é isso, essas são as minhas metas até dezembro de 2015. Parece pouca coisa, mas não é. Se eu conseguir cumpri-las estarei um pouco mais perto das tão sonhadas mudanças. Então se você tiver alguma sugestão para me ajudar com esse projetinho #EconomizaDani (inclusive uma hashtag melhor) a caixa de comentários está aberta e te esperando. 😉

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Sobre mudanças necessárias

Eu estou na casa dos trinta. E sinto que a cada dia as coisas andam mais depressa. Sabe aquela sensação de que o tempo está acabando. Paranóia, eu sei. Mas esse sentimento está cada vez mais presente no meu dia a dia. Tenho tanta coisa errada na minha vida. Coisas que quero dar um fim e outras que preciso mudar urgentemente. Uma delas vocês sabem: quero dar um jeito de me dedicar mais para esse blog e para o meu canal no Youtube. Esse papo já é velho e está ficando chato as pausas gigantescas que dou a cada post ou vídeo publicado.

Quem dera fosse apenas isso. Para atingir esse e qualquer outro objetivo preciso mudar tanta coisa na minha vida. Preciso de foco, motivação, disciplina e… começar. Basicamente é isso. PRE-CI-SO mudar. Mudar como encaro a vida, mudar como encaro minhas tarefas, minha profissão, mudar a forma como encaro meu corpo e minha saúde. Minha formação. Nossa, é tanta coisa. E ainda não cheguei em uma das principais mudanças que preciso: mudar como encaro meus relacionamentos. É tanta mudança necessária que preciso colocar os pensamentos em ordem.

Para isso, pretendo iniciar AGORA alguns projetos pessoais.  Pretendo colocar algumas metas para esse ano. Pensando bem, pretendo colocar algumas metas para a vida, mas para começar quero colocar algumas metas até final do ano, porque metas megalomaníacas são sempre mais difíceis de alcançar.

Algumas mudanças já aconteceram, e com elas vieram consequências com as quais preciso lidar. Outras estão esperando a tempestade passar. Para isso pensei em alguns pequenos projetos que me ajudem a dar um passo de cada vez, pensando bem nos prós e contras. Precisarei de toda a ajuda emocional que puder, então conto com vocês para me apoiar, mandar boas vibrações e sugestões. 😉

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Fui encantada por Child of Light

Sempre gostei de jogar video game. Na minha infância não tinha grana, então eu jogava um mesmo conjunto de três fitas do Dynavision (uma versão do Nintendinho). Mas meu console favorito sempre foi o Super Nintendo e meu jogo da vida é The Legenda of Zelda: A Link to the Past. Então, sempre gostei de jogo de plataforma fofinho. Depois comecei a gostar de jogos com uma pegada meio RPG. Aí aparece esse jogo maravilhoso que atualiza os níveis de fofura e tem uma super pegada RPG misturado com plataforma: Child of Light.

O jogo foi desenvolvido pela Funhouse (selo alternativo da Ubisoft), e eles fizeram um trabalho incrível! Child of Light é lindo, os gráficos parecem aquarela (como não amar?) e persongens e cenários possuem movimentos tão fluidos e naturais que parece um sonho. A trilha sonora é um espetáculo à parte. E a história parece um conto de fadas que virou jogo. Princesa Aurora é filha do Rei da Áustria (é isso mesmo produção) e um belo dia acorda em um mundo bem diferente do seu: o reino de Lemuria. Nessa terra vivem animais encantados e alguns deles bastante perigosos que a princesa precisa combater. Esse reino é uma terra de sonhos, belo e melancólico. A princesa está, na verdade, em um sono profundo do qual não consegue acordar, e por isso seu pai ficou seriamente doente. Conforme jogamos descobrimos mais os porquês de tudo isso, então, nada de spoilers por aqui.

Para acabar com a doença de seu pai e voltar para sua terra, Aurora precisa derrotar a Rainha Umbra (Rainha da Noite ou das Sombras, pois umbra é sombra em latim), que roubou o Sol, as estrelas e a Lua (que sacanagem!). Ao despertar nesse mundo a princesa está um pouco perdida, afinal de contas ela não sabe nada sobre o lugar e nem porque foi parar ali. Então ela conhece um pequeno vaga-lume, um ponto de luz muito simpático chamado Igniculos. Esse novo amigo será seu fiel companheiro por toda a jornada da princesa. Conforme Aurora segue em sua jornada ela encontra vários outros personagens que precisam de ajuda para vencer suas próprias batalhas e também oferecem ajuda, juntando-se ao grupo e oferecendo poderes e habilidades muito importantes para as batalhas em turnos (lembra da pegada RPG?).

Confere a introdução do jogo com um resuminho da história:

Pois bem, a história da princesa Aurora no reino de Lemuria é inocente e ao mesmo tempo encantadora. Faz bastante tempo que um jogo não me pegava de jeito a ponto de me fazer persistir até termina-lo, ou em bom vocabulário gamer do meu tempo de criança: virá-lo. Foi muito bacana completar todas as side quests e chegar ao fim da jornada de Aurora. Fiquei encantada com cada cenário, cada personagem, cada história, cada chefe e com as batalhas finais (que deram trabalho, viu!). No entanto, como o jogo foi tão sensacional, bonito e cheio de tramas, esperava um final mais digno. Aliás, esperava mais mundos para explorar, um mapa tão grande e tão pouco a oferecer. Queria mais. Essa foi a sensação de terminar o jogo. Pareceu, e foi, pouco. E o final foi tão sem gracinha que desanimou um tantinho.

Apesar disso, jogue Child of Light, o jogo é lindo, divertido e vale super a pena. Mesmo com esse final meio nhé. Eu amei e pretendo jogar outros jogos da Funhouse. Então aproveita e encante-se também.
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Maratona Literária 24 horas

Como compensar tanto tempo sem postar, de novo? Uma maratonazinha de leitura cairia bem. O único problema disso é que a maratona foi feita mais de um mês atrás. Mas acho que continua valendo. Não?

Bom, fato é que no feriado lindo e maravilhosos de Corpus Christi (que eu não sei exatamente o que comemora, mas tudo bem, o que importa é ficar em casa mesmo) eu consegui fazer uma super maratona de 24 horas lendo, ou tentando ler. Gravei o processo e demorei mais de um mês para editar o vídeo porque junho também significa final de semestre na faculdade e então já viu: correria, trabalhos, provas, cabelo em pé, noites sem dormir. E também coincidiu com o final do trimestre na escola: notas para fechar, conselhos de classe, cadernos de chamada… Nossa. Cansei só de lembrar.

Mas chega de pensar no tempo que demorei para fazer e bora assistir o vídeo prontinho que acabou de sair do forno! Espero que goste, comenta aí dizendo o que achou e dando sugestões de vídeos para o canal e textos para o blog. Até breve.

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