O contexto como conteúdo

Acabei de ler um livro muito bom que usei para um trabalho da faculdade. O nome do livro é “No interior do Cubo Branco: ideologia no espaço da arte” de Brian O’Doherty[bb]. Eu recomendo pra todos que se interessam por arte, principalmente arte contemporânea, porque o livro trata extamente do espaço da arte, da galeria, de toda a ideologia que ela carrega em diferentes épocas do modernismo[bb] e do pós-modernismo[bb].

“A clássica hostilidade da vanguarda expressa-se por meio do desconforto fí­sico (teatro radical), barulho excessivo (música) ou pela remoção das constantes de percepção (o recinto da galeria). São comuns a todas elas as transgressões da lógica, a dissociação dos sentidos e o tédio. A ordem (o público) experimenta nessas arenas quanto de desordem ela suporta. Esses lugares são, então, metáforas de consciência e revolução. O espectador é convidado a um recinto onde o ato de aproximação volta-se contra si mesmo. Talvez uma atitude rematada da vanguarda fosse atrair o público e aniquilá-lo.” (O’DOHERTY, Brian. p.85)

O Hobbit – J. R. R. Tolkien

Ontem à noite terminei de ler, ou melhor dizendo, devorarar O Hobbit. O livro é fantástico, surpreendente e as aventuras são incríveis. Quando comecei a ler não pensei que iria terminar tão cedo: férias, outro ritmo de leitura. Pelo contrário, quase comi as páginas de tão excitantes e instigantes que são. Pode parecer babação de ovo, e é, mas eu simplesmente amei. As aventuras de Bilbo Bolseiro são tão boas quanto as de Frodo Bolseiro, e se Peter tivesse gravado O Hobbit também, teria feito um ótimo trabalho e só viria a acrescentar na Saga do Anel.