Eu comprei um MacBook Pro Retina

Basicamente é isso mesmo. Consegui, finalmente, comprar o tão desejado laptop da maçã. Pode parecer bobagem, mas faz tempo que eu estava planejando isso, e quando finalmente conseguimos algo que queríamos há tanto tempo, ficamos felizes. E felicidade é para compartilhar.

Vamos as especificações.

MacBook Pro de 13 polegadas com tela Retina,13 polegadas – 2,7GHz:
Intel Core i5 dual core de 2,7GHz
Turbo Boost de até 3,1GHz
8GB de memória LPDDR3 de 1866MHz
256GB de armazenamento flash com PCIe1
Intel Iris Graphics 6100
Bateria incluída (10 horas)2
Trackpad Force Touch

Fiz um unboxing (ou tentei fazer) e já editei nele mesmo. Estou amando a rapidez, a beleza, as possibilidades desse laptop. Então, assistam o unboxing e deixem seus comentários com dicas e sugestões para obter o melhor com o MacBook. Aceito indicações de tutoriais também.

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Viajar: uma necessidade.

Viajar é uma das coisas que eu mais gosto de fazer. Infelizmente durante muito tempo eu não consegui sequer sair da região metropolitana do meu estado, mas isso mudou. Não porque eu fiquei rica ou viajar de repente se tornou super barato. Não. Eu mudei minha atitude. deixei de ter pena de mim porque não tinha dinheiro, deixei de ter pena de mim porque não tinha tempo. Quer saber de uma coisa? Isso são apenas desculpas. Desculpas que eu e mais um montão de gente arranja todos os dias para adiar aquilo que tem vontade de fazer mas, ou tem medo, ou não quer de verdade, ou está tão preso aos velhos costumes que não consegue escapar do mundinho particular. Poderia acrescentar mais um monte de OUs ainda, mas vou parar por aqui.

É claro que algumas dessas desculpas podem ser bem reais e muitas vezes podem nos imobilizar. A mais comum delas é a falta de dinheiro. Muitas pessoas, muitas mesmo, ganham menos do que o suficiente para garantir uma vida razoável para si e para sua família (quando é o caso). A insegurança de colocar o pé na estrada é algo que preocupa muita gente (seja por não saber a língua do lugar, ou por não achar um lugar seguro para ir) e ainda mais as mulheres, porque além de enfrentar a violência (roubos, assaltos, arrastão, etc. sem contar os inúmeros casos de homofobia e racismo) que infelizmente tem se tornado a cada dia mais corriqueira, o machismo nosso de casa dia torna viajar algo ainda mais perigoso para as mulheres, principalmente aquelas que viajam sozinhas. Exatamente por isso eu não uso o meu exemplo para julgar alguém que não viaja ou viaja menos do que gostaria.

Comigo aconteceu assim: deixei de lado essas desculpas. Eu continuo sem dinheiro sobrando, continuo sem tempo e mesmo assim eu já realizei alguns sonhos de viagem. Comecei por perto. E aos poucos fui expandindo os meus horizontes, seja na escolha dos destinos, seja na forma como eu escolhi conhecer esses lugares. Comecei me agarrando em oportunidades que apareceram na faculdade (congressos de estudantes, saídas de campo, etc.) e mesmo assim me arrependo de não ter aproveitado mais oportunidades para bater perna por aí. Mas a segunda faculdade está aí, quem sabe não volto às raízes e embarco em um ônibus cheio de estudantes rumo a qualquer lugar…

Depois disso comecei a me aventurar por outros lugares por conta própria. Aprendendo fazendo, que é o melhor jeito de aprender. Fui no Tim Festival em Curitiba com excursão. Fui para Curitibanos em Santa Catarina (e foi incrível), fui para São Paulo (duas vezes e me apaixonei pela cidade!), fui para Buenos Aires, meu primeiro e inesquecível destino internacional. Fui para o Chile (mais tarde falo dessa viagem em um post só sobre ela, mas já adianto, quero voltar e explorar ainda mais esse país tão lindo). Fui para o Rio de Janeiro. MostardasSão Francisco de PaulaFloripa. E finalmente tive a oportunidade de passar 20 dias maravilhosos explorando o Peru (outra viagem que ganhará post especial, ou uma série deles…) e finalmente fui para o Caribe, na ilha de Curação, que antes fazia parte das Antilhas Holandesas (outra experiência maravilhosa).

Atualmente já estou pensando nos próximos destinos. O dinheiro? Continua pouco, o tempo tem que ser driblado, mas o que importa é fazer o que se ama. E se eu amo viajar e amo tudo o que uma viagem pode me ensinar, então eu tenho que fazer sacrifícios. Para falar bem a verdade, não são exatamente sacrifícios. São escolhas, que ficam cada vez mais fáceis de se fazer a medida que vou amadurecendo e aprendendo o que realmente importa na vida (pelo menos para a minha vida). Canso de ouvir pessoas dizendo que queriam ter tempo, dinheiro, disposição para viajarem tanto quanto eu. O que eu imediatamente rebato com: eu queria ter tempo, dinheiro, disposição para viajar mais e mais, porque eu nem viajo tanto assim.

Driblar as dificuldades para viajar faz parte da viagem. Tempo é relativo. Se tem pouco tempo, escolha um destino próximo. Um dia, um final de semana ou um feriadão podem render viagens incríveis. Férias estão aí para aproveitar para conhecer destinos mais distantes. Mas é preciso ter sempre em mente: não é o lugar que faz a viagem, é a atitude do viajante. Na hora de colocar o pé na estrada não adianta nada ficar contando moedas para economizar se isso mais atrapalhar do que ajudar. O mesmo vale para o oposto: de nada vale esbanjar tudo o que pode e o que não pode apenas para mostrar no facebook que viajou. Para mim, viagem que só percorre ponto turístico para fotografar não é viagem (mas vai do gosto de cada um).

Viagem pode ser para descansar ou para espairecer, com certeza, mas ela pode ser muito mais do que isso. Viagem tem que ser uma jornada física e também interior. Ela é o início de uma história que está repleta de possibilidades. Para isso é preciso estar aberto para novas experiências, para olhar e ver o novo e o diferente, experimentar, se permitir sair da rotina, sair do lugar comum, compartilhar, compreender e se dar o direito de viver como o outro, nem que seja por um breve período de tempo. Ela também pode ser um interlúdio na vida real, um momento para se colocar em outro tempo e espaço, em outro mundo. Sendo assim, viajar não é apenas chegar em um destino. Viajar é conhecer o outro, aprender com o outro e se conhecer, permitir se transformar.

Viagem boa é aquela que quando volto para casa já sou outra pessoa, com narrativas e enredos novos que estarão sempre presentes na minha memória, que farão parte da minha história. Por tudo isso, viajar e uma necessidade. E eu estou sempre pensando na próxima vez que colocarei o pé na estrada e em todas as possibilidades que virão na mala.

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Update felino parte 2: meet Vincent van Gogh

Na primeira parte dessa história eu falei sobre como a família aqui de casa aumentou e depois de como perdemos um membro muito amado. E eu só escrevi esse post depois de tanto tempo porque algo maravilhoso aconteceu. Pois é, esse algo maravilhoso é a chegada de mais um bebê felino, o Vincent van Gogh.

No dia 24 de março eu me deparei com uma bolinha de pelos laranja no meu caminho e me apaixonei de cara por aqueles olhinhos azuis que me olhavam curiosamente. Liguei para o Ju e perguntei se eu poderia levar ele para casa (afinal, já são quatro boquinhas felinas para alimentar e não dá para levar todo gato que encontro para o apartamento). Com a condição de que para compensar os gastos com o bichano (vacina, consulta, vermífugo e todas as coisas necessárias para garantir uma infância saudável) eu não ganharia presente de aniversário, eu pude levá-lo para casa.

Cheguei em casa com aquele pacotinho e de cara já o apresentei aos seus novos manos. Gandalf e Willow foram os primeiros a chegarem perto e cheirar, ops, se certificar da novidade. Smeagol ficou um tanto cabreiro, mas se rendeu ao charme do ruivinho. Salem foi o último (dois dias depois) a chegar perto, mas hoje (apenas duas semanas depois) já é o irmão mais chegado. Eles se deram tão bem que o van Gogh adotou o Salem como uma espécie de ma?, tentando mamar nele a toda hora. É tão lindo ver como eles se deram bem. Apenas alguns fuuus ocasionais por chegadas surpresas muito drásticas.

Na segunda-feira, dia 06 de abril, eu o levei ao veterinário para pesar e desverminar, além de agendar as vacinas. Por enquanto são 600 gramas de gato, nenhuma doença, tudo certinho. Agora é só vacinar na próxima semana, castrar quando estiver com uns 4 meses e dar muito amor. Então vou deixar aqui algumas fotos desse ruivinho lindo que já conquistou o coração de todo mundo por aqui. Se apaixonem.

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Update felino

Demorei muito tempo para escrever esse texto porque eu precisava de um estímulo. Dói muito escrever sobre o o assunto por conta de acontecimentos recentes, mas nessa semana algo maravilhoso aconteceu e eu simplesmente encontrei o estímulo que precisava. Então segue um pequeno update sobre como andam meus filhos aqui em casa.

Have you met Smeagol?

No dia 26 de março de 2013 encontrei um gatinho na rua, no caminho entre uma escola e outra em que lecionava aqui na minha cidade. Cheguei perto e fiquei assustada com o que vi. Os olhos dele estavam muito inchados e com muita secreção. Peguei ele e levei para a escola, liguei para o veterinário que cuida dos meus gatos e pedi para que viesse buscá-lo. Depois de sair do trabalho fui buscá-lo e descobri que ele tinha uma doença viral e que ele não poderia conviver com os outros gatos. Resolvi cuidar dele isolado na minha área de serviço. Mas não poderia ficar com mais um gatinho, infelizmente. Quatro no apartamento já era complicado (por mim eu ficaria, mas não faria bem para nenhum dos cinco). Pensei em colocá-lo para adoção depois que ele ficasse bem.

Antes e depois do tratamento veterinário e do carinho e cuidado que dedicamos ao Smeagol

O detalhe é que a probabilidade de ele perder a visão e inclusive as córneas era bem grande. Comecei o tratamento com dois colírios combinados e antibióticos (todos receitados pelo veterinário). Um mês depois acabei o levando a outro veterinário, especialista em oftalmologia felina que o liberou para conviver com meus outros gatos e trocou a medicação, porque foi identificado um glaucoma que precisará de cuidados para toda a vida. Depois disso ele teve duas emergências, nas quais precisei sair as pressas com ele para uma unidade de atendimento veterinário 24 horas porque uma membrana de um dos olhos dele rompeu e precisava conter o sangramento, fazer curativos e aplicar medicação adequada. Infelizmente, na terceira vez que isso aconteceu a córnea não aguentou e foi preciso removê-la. E depois de mais alguns meses de tratamento ele ficou melhor.

É claro que nesses primeiros meses de convivência todos aqui em casa se apegaram ao filhote e ele não poderia mais ter outro destino a não ser como o filho mais novo da família. Ganhou um nome: Smeagol, uma forma leve e engraçada de lembrar que mesmo chegando aqui em casa do jeito que ele chegou, ele lutou e conseguiu se recuperar e se tornar uma das coisas mais importantes da minha vida. Ele possui apenas um dos olhos, que também foi bastante prejudicado (ele é cego ou quase cego desse olho), mas apesar disso está muito saudável, lindo e sapeca.

Goodbye, My Dearest Love

Tudo estava perfeito com meu filhos até ano passado, quando em junho a Starbuck apareceu com um machucado na orelha (provavelmente originado por uma brincadeira que se tornou um pouco mais violenta entre ela e o Smeagol que sempre a provocava). Esse machucado só aumentou devido as muitas coçadas que ela dava. Levei-a ao veterinário e houve a suspeita de um carcinoma que depois foi descartada. Acontece que durante o tratamento ela ficou ainda mais doente, dessa vez um problema no fígado que demoramos para diagnosticar e ela parou de comer. Durante um mês inteiro ela não ingeria nada e quando eu conseguia fazer ela comer alguma papinha, a pobrezinha vomitava tudo.

Depois de pesquisar milhões de possibilidades para como cuidar dela, descobri que ela poderia ser alimentada por sonda e sugeri isso ao veterinário. Ele não sugeriu isso antes por não possuir o equipamento em sua clínica, mas acabou indicando uma outra clínica que possuía. Mas foi tarde demais. No dia em que a levei para internar nessa clínica, ela não aguentou e acabou falecendo. Sinto como se tivesse perdido um pedaço de mim. Já faz muita falta meu amor. Minha Starbuck querida faleceu 17:50 do dia 30 de outubro de 2014. Deixou um vazio muito grande, pais e manos muito tristes. Não sei se fiz tudo o possível, mas fiz tudo o que estava dentro das minhas possibilidades e conhecimento. Estou chorando desde antes de isso acontecer, porque os tratamentos não adiantaram e ela já estava muito mal mesmo. Mas nada se compara com esse choro doído da perda. Antes o choro tinha uma pontinha de esperança, agora é só tristeza. Te amo Starbuck, me perdoa e espero que o teu tempo de vida, embora tenha sido curto, tenha sido feliz. Pois tenho certeza que nunca faltou amor, carinho e um tratamento especial de mãe. Saudade pra sempre. Nunca vou te esquecer. Te amo. Te amo. Te amo.

Ainda é bastante dolorido falar sobre isso. Volta e meia me pego pensando nela e aquele nó na garganta aperta e o choro vem. A saudade é grande. Sinto a falta dela todos os dias.

Em breve a segunda parte desse update felino, dessa vez apenas com boas notícias.

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Leituras de Janeiro + TBR de Fevereiro

Devido a problemas técnicos, demorei para postar aqui no blog o último vídeo postado no canal do trecos & trapos (e também para postar qualquer coisa… hehehehe) Então, com um certo atraso: os livros lidos em janeiro, o que estou lendo e o que pretendo ler em fevereiro de 2015. Não esqueçam de comentar e dizer o que vocês estão lendo e o que gostariam de ler. E se vocês já eram algum desses livros, deixe sua opinião nos comentários.

Abraços e boa leitura. 😉

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