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Dia Mundial do Rock

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Livros rock’n’roll para comemorar o Dia Mundial do Rock

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Já falei de filmes rock’n’roll e de como entrei para esse mundo de fantasia e rebeldia. Agora é hora de indicar leituras que falam sobre rock. Separei três livros que li e versam sobre o rock para compartilhar com você.

Prezados Ouvintes (Mauro Borba)

Prezados Ouvintes

Prezados Ouvintes

Sinopse: Produzido numa linguagem coloquial, leve, sedutora, este conjunto de irresistíveis memórias e comentários do autor traz um passado recente que cheira a presente. Tudo é contemporâneo, tudo é ágil, tudo é inquietante e contagia. A voz que brota e embala desde os microfones e educa nosso ouvido e nossa alma é a mesma voz agora impressa nessas páginas. Temos memória (há inúmeras fotos a ilustrar esse convidativo registro, com gente que fez história no rádio, na cidade, no imaginário) e temos presença. A palavra virou música, contágio, e é de todos. (via Skoob)

A Divina Comédia dos Mutantes (Carlos Calado)

A Divina Comédia dos Mutantes

A Divina Comédia dos Mutantes

Sinopse: Uma história que é a síntese de uma época de muitas contradições, contrastes, e de uma efervescência que nossos tempos mauricinhos desconhecem. A descrição de uma saga que não se limita à trajetória atravessada pelo grupo, mas se estende igualmente ao levantamento das circunstâncias que a proporcionaram, o contexto em que ela se desenrolou. O autêntico rock n roll do mutante doido que foram aqueles anos 60/70, assistidos com uma perplexidade extasiante pelo Planeta Terra. Entre a brasa da Jovem Guarda acesa por Roberto Carlos no meio dos anos 60 e a fagulha da Blitz da geração dos anos 80, um cometa loucura riscu o céu da MPB com uma eletrostática de combustão própria. (via Skoob)

Roqueiros sem cara de bandidos, eles mandaram um abraço para a velharia e casaram anárquicas noivas grávidas com a vanguarda de bermudas, injetando substância na goma de mascar pop. Depois deles, o rock nacional saiu da idade da pedra lascada para a da pedra rolante. E nunca mais criou o musgo. – Tárik de Souza.

Mate-me Por Favor: Uma História sem Censura do Punk (Gillian McGain, Legs McNeil)

Mate-me por favor

Mate-me por favor

Sinopse: É a história do pré-punk de Nova York, entre os anos 70 e 80. Conta a trajetória de grupos como Ramones e Talking Heads. A narrativa permite entender o movimento punk e o comportamente de seus integrantes.

Dificilmente outro livro vai ter tantos “personagens” importantes. É uma reunião de gênios, junkies, malucos em geral, que compõem todas as páginas do livro. Até Andy Warhol (o mestre da pop art) se encontra nesse livro. Basicamente é um livro simples, feito só com depoimentos, mas sua importância é inegável. Só de se tratar de um assunto revolucionário para música já se dá a importância, isso sem contar as curiosidades que envolve todos os “personagens” do livro. (via Skoob)

Esses são apenas algumas dicas de livros que falam sobre o rock. Muitos outros foram escritos e ainda existem muitos autores rock’n’roll fantásticos. Deixe nos comentários sua dica, o livro mais rock que você já leu e ajude a aumentar essa lista!

Dia Mundial do Rock 2009

Eu tinha 14 anos quando ouvi pela primeira vez uma tal banda chamada Legião Urbana. A música era Eduardo e Mônica. Foi totalmente por acaso. Minha família não possuia rádio (um pequeno problema de morar com minha avó evangélica). O que chegava a meus ouvidos eram sempre as músicas de bandas que se apresentavam nos ótimos e maravilhosos programas de domingo da televisão brasileira.

Desde então andei por diversas trilhas sonoras do início dos anos 2000 comum a diversas adolescentes da época. O que mais me cativou foi, sem dúvida, o Rock’n’Roll. E o vício continua até hoje. Já fui do punk às novas tendências do século XXI, curto The Beatles e Patti Smith, Dead Kennedys e Bob Dylan, Elvis e

Comprei Discos, CDs e até as tais fitas K7s. Hoje ouço músicas no computador, o Last.fm é meu maior aliado para manter o vício. E o Dia Mundial do Rock é apenas mais um dia para ouvir muito, mas muito rock’n’roll. Ou quem sabe ver um filme sobre Rock?

E esse não é apenas um tipo de música, é um fabuloso mundo de sonhos e rebeldia.

Rock e Cinema

Minha primeira postagem oficial no Cinezine, um ótimo blog sobre cinema do amigo Tiago!

Hoje é o Dia Mundial do Rock. Essa data foi instituída em 1985, quando o músico Bob Geldof juntou dezenas de artistas e criou o festival beneficente Live Aid em benefício das vítimas da fome na Etiópia. Para não passar a data em branco resolvi deixar uma lista de cinco filmes sobre rock’n’roll. Não são os cinco melhores, nem os cinco mais vistos, nem os cinco mais importantes. São apenas cinco filmes escolhidos subjetivamente.

Juventude Transviada
111 minutos, EUA, 1955
Direção: Nicholas Ray
Roteiro: Stewart Stern, baseado em estória de Nicholas Ray
Sinopse: Jim Stark (James Dean) é um encrenqueiro, que fez os pais se mudarem de uma cidade para outra até se fixarem em Los Angeles, que é preso de madrugada por embriaguez e desordem. No distrito policial está Judy (Natalie Wood), uma jovem que está revoltada com o pai, que a chamou de vagabunda imunda por ter se maquiado. Lá está também um rapaz, John Crawford (Sal Mineo), mais conhecido como Platão, que atirou em alguns cães. Um compreensivo policial entende que Jim recebe em casa apenas um amor superficial dos seus pais, e que Jim nunca aceitou que seu pai seja totalmente submisso à sua mãe. Enquanto Jim espera na delegacia pelos pais, que tiveram de cancelar um compromisso social para tirá-lo da prisão, ele tem um rápido contato com Judy e Platão. Após ser libertado parecia que tudo estava resolvido, mas ao tentar fazer amizade na manhã seguinte com sua jovem vizinha, a própria Judy, cria um desentendimento com Buzz (Corey Allen), que namora Judy e é o líder de uma gangue do colégio. Esta rivalidade vai gerar algumas situações com trágicas conseqüências.

Ruas de Fogo – Uma fábula de rock’n’roll
93 minutos, EUA, 1984
Direção: Walter Hill
Roteiro: Larry Gross e Walter Hill
Sinopse: Em algum lugar no tempo, numa cidade que pode ser a nossa, a violência urbana chega em níveis insustentáveis. Cada vez mais as gangues de rua se apoderam dos espaços públicos, fazendo de cada quarteirão o seu verdadeiro domínio de violência. Os representantes da lei já não controlam mais a situação. É nesta situação caótica que uma cantora de rock é seqüestrada por uma gangue de motoqueiros. Seu namorado retorna então à cidade e, ao descobrir que ela é mantida refém, parte para o resgate. Mas para isso ele deverá passar por um inferno de gangues rivais, verdadeiros selvagens sem lei que não medem esforços para proteger seus domínios. Uma aventura musical em tom de fábula, inspirada em quadrinhos e filmes juvenis dos anos 50.

The Wonders – O Sonho Não Acabou
108 minutos, EUA, 1996
Direção: Tom Hanks
Roteiro: Tom Hanks
Sinopse: Em 1964, logo após os Estados Unidos serem “tomados” pelos Beatles, surge em uma pequena cidade da Pensilvânia os Oneders, mais tarde rebatizado pelo empresário como Wonders. Porém, às vésperas de uma apresentação de calouros, o baterista do grupo quebra o braço, o que faz com que, em cima da hora, um jovem infeliz (Tom Everett Scott) que trabalhava na loja de eletrodomésticos da família seja convidado para substituí-lo. O jovem baterista, um aficionado de jazz, imprime durante a apresentação uma batida mais ritmada no que deveria ser uma balada, causando o descontentamento do vocalista e compositor do grupo (Johnathon Schaech). Mas seu instinto funcionou e a música se torna sucesso nacional, levando o grupo aos primeiros lugares da Billboard.

Alta Fidelidade
107 minutos, EUA, 2000
Direção: Stephen Frears
Roteiro: D.V. DeVincentis, Steve Pink, John Cusack e Scott Michael Rosenberg, basedo em livro de Nick Hornby
Sinopse: Rob Gordon (John Cusack) é o dono de uma loja de música à beira da falência, que apenas vende discos em vinil. Azarado no amor e ao mesmo tempo uma enciclopédia ambulante sobre música pop, os caminhos da vida terminam por levá-lo a analisar suas escolhas e prioridades, fazendo com que alcance a maioridade.

24 Hour Party People
115 minutos, Inglaterra, 2002
Direção: Michael Winterbottom
Roteiro: Frank Cottrell Boyce
Sinopse: Manchester, 1976. O aluno de Cambridge Tony Wilson (Steve Coogan) está no show dos Sex Pistols. Totalmente inspirado por esse momento-chave da história da música, ele e seus amigos montam um selo chamado Factory. Eles assinam um contrato com o Joy Division (que viria a ser o New Order), com o James e os Happy Mondays, todos artistas seminais de seu tempo. Isso desencadeia um turbilhão de sexo, música e drogas que culmina com o nascimento de um dos dance clubs mais famosos do mundo, o Hacienda, meca de clubbers e adeptos do psicodelismo. Descrevendo a herança musical de Manchester desde a década de 1970 até o início dos anos 90, o filme ilustra a vibração que fez de Manchester o lugar onde todos gostariam de estar.

Esta lista não é definitiva. É apenas uma lista. Muitos filmes ficaram de fora. No entanto o espaço dos comentários está aberto para acrescentar outros títulos referentes ao tema Rock e Cinema. Sinta-se à vontade!