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British Books Challenge 2012

Ok, eu não me aguento. Não resisti quando vi mais esse desafio para 2012 e resolvi aderir. Como os 10 do outro desafio podem fazer crossover com livros lidos para outras atividades na rede, basta eu escolher bem os títulos.

O British Books Challenge 2012 funciona de uma maneira bem simples: escolher no mínimo 12 títulos de autores britânicos (e tem regras bem específicas para saber quem são os tais autores britânicos, tem de ter nascido por lá, ou viver lá por muito tempo e publicar primeiro nas terras da Rainha, entre outras especificidades que é possível conferir no post de F.A.Q. do desafio). São 12 livros, um para cada mês. Fácil, não é mesmo?! E essa lista pode mudar ao longo do ano, desde que respeite as regras.

Então eu fiz uma lista para o BBC (adorei o trocadilho!) do que tem na minha estante para ler de autores britânicos:

  1. Frankenstein, de Mary Shelley;
  2. O Caso dos Dez Negrinhos, de Agatha Christie;
  3. Quidditch a través de los tiempos, de J.K. Rowling como Kennilworthy Whisp (lerei a versão em espanhol porque é a que eu tenho);
  4. Persuasão, de Jane Austen;
  5. A Abadia de Northanger, de Jane Austen;
  6. The Pickwick Papers, de Charles Dickens;
  7. King Lear, de William Shakespeare;
  8. The Secret Garden, de Frances Hodgson Burnett;
  9. O Fator Humano, de Graham Green;
  10. Nosso Homem em Havana, de Graham Greene;
  11. The Adventures of Sherlock Holmes, de Sir. Arthur Conan Doyle;
  12. Coisa de Louco, de John O’Farrel;

IMPORTANTE: a leitura das obras escolhidas será aleatória, de acordo com minhas possibilidades e no caso dos livros em inglês, de acordo com a dificuldade – começarei com os de leitura mais fácil.

Harry Potter, the end.

Harry Potter collection

Eu já contei por aqui que sou apaixonada por Harry Potter e como isso aconteceu: tardiamente e depois de um longo período de preconceito literário com os livros de J. K. Rowling. Contei que li os sete livros em dois meses, que devorei cada página e saboreei cada aventura e prova de amizade do trio Harry, Hermione e Rony, que me diverti com Snape, que chorei com eles, com cada morte. Nessa aventura de sete anos e sete livros dos bruxos e dos trouxas eu embarquei muito recentemente. E mesmo assim me apaixonei de tal forma que posso me considerar uma fan. Quando comecei a ver os filmes, logo depois de ter lido os livros, achava cada um melhor que o outro. Que eles conseguiam transpor para a tela todos os sentimentos que tinha com as páginas dos livros.

Ler o sétimo e último livro deixou uma saudade imenso de todos os personagens, da narrativa gostosa e dos cenários fantásticos, de Hogwarts e de tudo o mais. E depois, com os filmes, podia suprir a falta que cada uma dessas coisas me fazia. Nesse meio tempo ganhei camiseta de Hogwarts, comprei os livros dos animais fantástico e o manual de quadribol. E então veio o sexto filme, o primeiro deles que vi no cinema, e a certeza de que o fim estava próximo deixava o sentimento nostálgico ainda maior. Com a primeira parte do sétimo filme fiquei arrepiada, emocionada e ainda mais nostálgica. Yates fez um belo trabalho e deixou a promessa de um final arrasador para a saga de Harry Potter.

E eis que dia 15 de julho de 2011 alternava entre “está demorando demais para chegar” e “não quero que chegue, assim não acaba”. E o dia chegou. Na terça-feira anterior a estréia eu fui na bilheteria do cinema em São Leopoldo para comprar ingressos para a estréia. Não tinha mais como, não tinha lugar. (só lá na primeira fileira ou um que outro com péssima localização). Eu e o Ju resolvemos comprar para o sábado. Mais um dia esperando não mataria ninguém. O sábado veio. E a ansiedade era enorme. Fomos para o cinema, que mesmo com lugar marcado no ingresso, fez fila para organizar a entrada de tanta gente na sala de exibição.

Começou o filme e fiquei realmente muito emocionada. Na primeira metade do filme já estava chorando, copiosamente, como disse a menina na fileira de trás. As mortes de Remo, Tonks e Fred me deixaram muito, muito triste. Mas nada superou a morte de Snape, meu personagem favorito da série (seguido de perto por um empate entre Rony e Hermione) desde o primeiro livro (antes de saber de seu passado). E Harry na Penseira vendo as motivações de Snape, tudo o que ele fez, e o porque do que fez, me deixaram em frangalhos. E o filme terminou e continuei chorando. Fiquei na sala do cinema até a última letrinha, até o símbolo da Warner aparecer. Foi uma despedida e tanto. Nem queria ver minha cara no espelho depois de tudo aquilo. Devo ter ficado inchada, vermelha, os olhos cheio de lágrimas.

A saga no cinema terminou com chave de ouro.  Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte II é muito, mas muito bom mesmo. E quem tem uma ligação sentimental com toda a série, como eu, gostou ainda mais. O certo é que podemos dizer que terminou, é o fim, não serão feitos mais filmes, não serão escritos mais livros (quem sabe…). Mas eles ainda estão aí. É sempre possível voltar e ler de novo, rever todos os filmes, fazer maratona. E tem o Pottermore, para amainar a nostalgia. Muito obrigada Harry, Rony, Hermione, Snape, Dumbledore e J. k. Rowling, por tudo, por esse mundo fantástico que conheci e passei a amar.

Harry Potter completa 30 anos

Muitos continuam chamando Harry Potter de bruxinho: o bruxinho mais famosos do cinema, da literatura, etc. Mas a verdade é que hoje o “bruxinho” completa 30 anos de vida.

Harry Potter

Harry Potter nasceu no dia 31 de Julho de 1980 e a história dos sete livros da saga se passa ao longo de sete anos, um para cada livro.  Ou seja,  desavisados de plantão (que são muitos, basta ver quanta gente acha que “o ator já está velho para interpretar o bruxinho”) Harry Potter não é mais um bruxinho, e deixou de ser muito antes de a saga acabar. Ele entrou para Hogwarts em 1991 com 1o para 11 anos (primeiro livro, lançado em 1997) e no último livro ele já está com 17 anos.

O protagonista cresce ao longo da história, seja em idade quanto em maturidade, aprendendo com tudo que o mundo da magia o revelou. Junto com ele os livros crescem, amadurecem acompanhando a personagem em sua trajetória, melhorando a cada publicação.

Tenho de confessar (como já fiz aqui no blog) que até muito pouco tempo atrás eu tinha grande preconceito em relação às obras de J. K. Rowling. Achava que eram caça-níqueis sem conteúdo. Estava redondamente enganada. Ganhei os livros do Ju e devorei tudo em menos de dois meses. Fiquei encantada com os personagens, com as histórias e com os filmes também.

Não posso dizer que os livros de J. K. Rowling foram responsáveis pelo hábito e gosto pela leitura, pois esses eu já tinha desde pequena. No entanto acredito que eles possam ascender a vontade de viajar pelas páginas de outros livros para quem não tem costume de se aventurar pela literatura. Alguns pensam o contrário. Essa polêmica é antiga e reascendeu agora com a saga Crepúsculo (que não li e tenho certas restrições ao gênero). Formar leitores é um desafio e recomendo a leitura do texto de Luis Eduardo Matta no Digestivo Cultural onde ele aborda de forma interessantíssima o assunto.

Ao ler Harry Potter eu não estava entrando em um gênero desconhecido para mim, pelo contrário, já era fã da literatura de fantasia. Exatamente por isso eu aceitei dar uma chance à saga. E não me arrependo. Fico feliz de ter lido e de ter virado fã. Espero poder reler os livros logo, mas não deixo de ler outras coisas por isso.

Feliz aniversário Harry. Ah, e feliz aniversário J. K. Rowling.

Minha saga com Harry Potter

Harry Potter via everythingharrypotter

Harry Potter

Até mais ou menos três anos atrás eu dizia que nunca leria os livros do Harry Potter, que era literatura de massa, ou subliteratura (um termo que eu usaria na época se me ocorresse). Daí comecei a ler em alguns blogs que era bem bacana. Então passe a afirmar que não leria porque era muito hype e só podia ser ruim. Aí conheci o Juliano, que tinha lido e me falou que era mesmo muito bom (e no gosto dele eu sempre confiei). Daí comecei a prestar mais atenção nos comentários positivos.

E no ano passado ganhei dele, no meu aniversário, a coleção quase completa (ficou faltando apenas o Cálice de Fogo). Que presentão hein. Comecei a ler e eis que já no primeiro livro fiquei encantada. Então comprei o livro que faltava para completar a coleção.

Devorei os sete livros. A cada página uma ansiedade ainda maior. Uma leitura rápida, leve, descompromissada e de qualidade, sim! O universo criado por J. K. Rowling é encantador, cheio de criaturas míticas (inspiradas em criaturas já exploradas por outros autores, o que não diminui o mérito da autora).

Depois de lidos os livros eu parti para os filmes, que na minha opinião também são bem interessantes. Li também uma publicação chamada Animais Fantásticos & Onde Habitam (de J.K. Rowling escrito sob o pseudônimo de Newt Scamander). Uma sacada muito interessante, pois trata-se de um dos livros adotados pelos professores da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Ou seja, o que os personagens lêem para as aulas nós também podemos ler. E esse não é o único, é possível encontrar Quadribol Através dos Séculos e Os Contos de Beedle o Bardo.

E os sete livros da série estão na minha estante, esperando uma oportunidade para serem lidos novamente. E ela virá em breve.

Então que eu aprendi que preconceito literário também é ruim. Se eu não tivesse lido, desconheceria uma história fantástica e mágica e não teria me reencontrado com a literatura fantástica. Para mim o gênero significava apenas Tolkien. Ledo engano, muita coisa além dele existe e é boa (existir eu sabia que existia, só achava que não era boa o suficiente).

E não me considero mais ou menos superficial ou sei lá que tipo de rótulos muitos utilizam para designar os leitores de Harry Potter. Eu me considero leitora. Sem preconceitos, sem amarras, com liberdade total para escolher os títulos que quero ler. Por gosto ou por obrigação, leitura é um prazer. Ler só aquilo que os outros gostam ou não ler uma obra só porque muita gente que se acha o supra-sumo da intelectualidade critica é perder oportunidades.

Compre a coleção completa de Harry Potter

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Lista de Livros Lidos 2009

I Love Books by

Eu tenho o hábito de anotar cada livro lido e esses são os livros que li inteiros, inteirinhos, por lazer ou não, durante o último ano:

01. O Guia do Mochileiro das Galáxias (The Hitchiker’s Guide to the Galaxy; Douglas Adams; 1979)

02. O Restaurante no Fim do Universo (The Restaurant at the End of the Universe; Douglas Adams; 1980)

03. Ensaio sobre a cegueira (José Saramago; 1995)

04. Na Praia (On Chesil Beach; Ian McEwan; 2007)

05. Caos: terrorismo poético e outros crimes exemplares (Hakim Bey)

06. As aventuras de Tibicuera; que são também as do Brasil (Erico Veríssimo; 1937) 10.02.09

07. As Aventuras de Biblos: Aprendendo a preservar (Daniela de Lima Soares, Diego Devincenzi, Erika Alíbio, Fabiana Nunes da Silva, Gabrielle Werenicz Alves, Maurício Borsa e Marjorie De Nardi Ramos; 2009) 15.03.09

08. História & ensino de História (Thais Nívea de Lima e Fonseca; 2003) 13.04.09

09. Guia Básico de Educação Patrimonial (Maria de Lourdes Parreiras Horta, Evelina Grunberg, Adriane Queiroz Monteiro)

10. Harry Potter e a Pedra Filosofal (J. K. Rowling)

11. Harry Potter e a Câmara Secreta (J. K. Rowling)

12. La Primera Guerra Mundial (Pierre Renouvin)

13. Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (J. K. Rowling)

14. Breve História do Rio Grande do Sul (Fábio Kühn)

15. Morcego Vermelho Contra Mancha Negra (Ivan Saidenberg | “Coleção Os Grandes Duelos” – Walt Disney)

16. Harry Potter e o Cálice de Fogo (J. K. Rowling)

17. Teatro Oficina (1958 – 1982) trajetória de uma rebeldia cultural (Fernando Peixoto)

18. Harry Potter e a Ordem da Fênix (J. K. Rowling) – 10.07.09

19. Harry Potter e o enigma do Príncipe (J. K. Rowling) – 16.07.09

20. Matadouro 5 (Kurt Vonnegut) 22.07.09

21. Animais Fantásticos e Onde Habitam / Newt Scamander (J. K. Rowling) 23.07.09

22. Harry Potter e As Relíquias da Morte (J. K. Rowling) 01.08.09

23. Saga dos Volsungos (Völsunga saga; anônimo do Séc. XIII) 06.08.09

24. História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI (Leandro Karnal; Sean Purdy; Luis Estevam Fernandes; Marcus Vinícius de Morais) 08.10.09

25. A Revolução Mexicana (1910 – 1917) (Ana Maria Martinez Corrêa) 14.10.09

26. Hiroshima (John Hersey) 29.10.09

27. Rê Bordosa: Do começo ao fim (Arnaldo Angeli Filho) 03.11.09

28. Por Uma Geografia Nova (Milton Santos) 10.11.09

29. Travessia de Verão (Truman Capote) 18.11.09

30. Uma Professora Muito Maluquinha (Ziraldo) 20.11.09

31. Realidades e Chantillys Diversos (Frank Jorge) 01.12.09

32. Os Cacos do Teatro – Porto Alegre anos 70 (Suzana Kilpp) 13.12.09

33. A Criança Roubada (Keith Donohue) 22.12.09

34. A Casa de Bernarda Alba (Federico Garcia Lorca) 30.12.09

Harry Potter

Logo logo escrevo um texto aqui sobre Harry Potter. Os livros e os filmes. enquanto esse dia não chega, alguns vídeos pescados pelo youtube. Tem para todos os gostos, todos livre inspirados na criação de J.k. Rowling.

Harry Potter Lego Thing

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