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Jane Austen

Posts em Jane Austen.

Resoluções literárias para 2015

Em 2015 eu pretendo voltar com os posts e com o canal com uma certa regularidade. Espero que eu consiga. E para começar, eu postei essa semana lá no canal do blog as minhas resoluções acerca das leituras do ano. Espero que vocês gostem. Deixem nos comentários sobre o que acharam e as resoluções de vocês. Espero que gostem. Até logo.

Retrospectiva Literária 2011

Retrospectiva Literário 2011

A Angélica do blog Pensamento Tangencial propôs mais uma vez a blogagem coletiva Retrospectiva Literária e eu resolvi aderir. Uma boa maneira de refletir sobre as leituras feitas ao longo do ano. Então, vamos às respostas:

O livro infanto-juvenil que mais gostei: Coraline, de Neil Gaiman. Ainda me encanto com essa história cada vez que me lembro.

A aventura que me tirou o fôlego: Ilíada (volume 1 e 2), de Homero. Não imaginei que leria tão rápido os dois volumes, foram necessárias apenas três tardes para dar conta dos grossos volumes. A história é super conhecida, mas ler é tão incrível. Estou devendo resenha, quem sabe em 2012 não sai uma.

O terror que me deixou sem dormir: o conto A queda da casa de Usher, de Edgar Allan Poe. Minha incursão por Poe começou com seus contos. Li quatro contos do autor e preciso mergulhar mais a fundo, porque pela amostra grátis deu para perceber que é terrivelmente bom.

O suspense mais eletrizante: os dois últimos livros da Trilogia Millennium (o primeiro li em 2010, por isso não está incluso): A menina que brincava com fogo e A rainha do castelo de ar. Não tem como não amar essa saga.

O romance que me fez suspirar: Razão e Sentimento, de Jane Austen (o título mais comum é Razão e Sensibilidade, mas o tradutor da edição que encontrei optou por esse título). Li para o Book Club que participava no primeiro semestre e ainda não fiz resenha, mas eu simplesmente amei esse livro e suspiro pelos dois casais. Acabei me comprometendo com um desafio sobre Jane Austen e li o livro mas não fiz resenha.

A saga que me conquistou: Não tem nem o que titubear, Trilogia Millennium.

O clássico que me marcou: Ilíada me marcou muito, e não sei se li nada mais clássico do que isso, mas para essa categoria eu escolho Otelo, de Shakespeare. A obra do bardo é outro clássico indiscutível e fiquei realmente feliz em ler mais uma de suas obras.

O livro que me fez refletir: Eu escolho três livros nessa categoria. O primeiro deles é elvis & madona [uma novela lilás], de Luiz Biajoni. A leitura rápida não deixa de ser profunda e de abrir caminho para uma reflexão sobre o temas abordado no livro: o amor, a amizade verdadeira e a tolerância às diferenças. O segundo foi O último dia de um condenado, de Victor Hugo. Um livro que me fez refleir muito sobre prisão, pena de morte, condição humana. Cada página é recheada de crítica e uma bela cutucada na sociedade. E por último, mas não menos importante, A Revolução dos Bichos, de George Orwell. Não foi a primeira vez que li, e a cada releitura esse livro se torna melhor e melhor. Uma verdadeira aula de política, de História, sobre o ser humano.

O livro que me fez rir: Foi uma saga inteira: O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams. Eu reli os dois primeiros volumes da série e finalmente li os três últimos da trilogia de quatro que na verdade são cinco (e o sexto já foi lançado, mas esse eu não li). Gargalhadas garantidas or conta do enredo quase insólito, das piadas inteligentes e algumas até mesmo herméticas, que só entende quem se esforça um tantinho. Recomendo sempre.

O livro que me fez chorar: eu choro, muito, lendo, vendo série, filme, me emociono com muitas coisas. Mas uma das coisas que mais me emocionam são histórias de amor entre pai e filho e mãe e filho. Então eu escolho para esta categoria Adivinha quanto eu te amo, de Sam McBratney. Um livro infantil bem pequenino, mas muito tocante.

O melhor livro de fantasia: essa é uma categoria muito difícil, viu. Eu fico dividida entre duas séries, uma que eu li completa (e ficção científica pode ser fantasia) que O Guia do Mochileiro das Galáxias e a que li pela metade (porque faltou tempo), As Brumas de Avalon.

O livro que me decepcionou: Morgan: O único, de Douglas Eralldo. Porque eu esperava muito de um livro sobre zumbis, e o livro não alcançou nenhuma das expectativas, e mais, não atingiu alguns dos limites mínimos do que considero bom em um livro.

O livro que me surpreendeu: A Última Trincheira, de  Fábio Pannunzi. Eu li pensando que não seria bom. Estava na minha estante e resolvi colocá-lo na lista do Desafio Literário 2011 para depois doá-lo sem culpa, pois não gosto de me desfazer de livros sem ter lido antes. Aliás eu não gosto de me desfazer de livros, mas isso é outra história. Mas me surpreendi muito, o livro é incrível e a ideia da doação ficou para trás.

O(a) personagem do ano: Lisbeth Salander, trilogia Millennium.

O(a) autor(a) revelação: para mim é a Cristiane Lisbôa. Fui no lançamento do livro dela e ganhei o pequerruho (Nunca fui a garota papo-firme que o Roberto falou). Li de um fôlego só e me emocionei muito. A guria entende do riscado e fiquei muito feliz em conhecê-la.

O melhor livro nacional: Difícil também. Mas resolvi colocar mais um critério para facilitar minha escolha: o melhor livro nacional de autores contemporâneos, pois nesse ano li muitos autores nacionais maravilhosos (Erico Veríssimo, Lima Barreto, Auguto dos Anjos, Simçoes Lopes Neto) e escolher entre apenas um deles é meio que injustiça… Então eu escolho entre os autores mais recentes. E o eleito foi: Areia nos Dentes, de Antônio Xerxenesky. Livro de faroeste com zumbis. Livro bom pra caramba.

O melhor livro que li em 2011: Essa categoria é a mais difícil de todas, com certeza. Vou elencar mais de um, pode? Pode, ué, afinal sou eu que estou montando a lista! Os meus cinco estrelas no Goodreads:

  • A menina que brincava com fogo (Millennium, #2), de Stieg Larsson
  • A rainha do castelo de ar (Millennium #3), de, Stieg Larsson
  • A Revolução dos Bichos, de George Orwell
  • Areia nos Dentes, de Antônio Xerxenesky
  • Coraline, de Neil Gaiman
  • Édipo Rei, de Sófocles
  • elvis & madona [uma novela lilás], de Luiz Biajoni
  • Gota D’Água: Uma Tragédia Carioca, de Chico Buarque
  • Ilíada de Homero – Vol. 1, de Homero
  • Ilíada de Homero – Vol. 2, de Homero
  • O Guia do mochileiro das galáxias (The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy #1), de Douglas Adams
  • O Restaurante no Fim do Universo (The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy, #2), de Douglas Adams
  • Até Mais, e Obrigado pelos Peixes! (The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy #4), de Douglas Adams
  • Otelo, de William Shakespeare
  • Razão e Sentimento, de Jane Austen

Li até hoje em 2011 60 livros.

A minha meta literária para 2012 é: ler todo O Tempo e o Vento de Erico Veríssimo, ler os 12 livros escolhidos para o Desafio Literário 2012 e os seis livros para o zombie chalenge. E sem excluir essas metas, pretendo ler 100 livros em 2012.

British Books Challenge 2012

Ok, eu não me aguento. Não resisti quando vi mais esse desafio para 2012 e resolvi aderir. Como os 10 do outro desafio podem fazer crossover com livros lidos para outras atividades na rede, basta eu escolher bem os títulos.

O British Books Challenge 2012 funciona de uma maneira bem simples: escolher no mínimo 12 títulos de autores britânicos (e tem regras bem específicas para saber quem são os tais autores britânicos, tem de ter nascido por lá, ou viver lá por muito tempo e publicar primeiro nas terras da Rainha, entre outras especificidades que é possível conferir no post de F.A.Q. do desafio). São 12 livros, um para cada mês. Fácil, não é mesmo?! E essa lista pode mudar ao longo do ano, desde que respeite as regras.

Então eu fiz uma lista para o BBC (adorei o trocadilho!) do que tem na minha estante para ler de autores britânicos:

  1. Frankenstein, de Mary Shelley;
  2. O Caso dos Dez Negrinhos, de Agatha Christie;
  3. Quidditch a través de los tiempos, de J.K. Rowling como Kennilworthy Whisp (lerei a versão em espanhol porque é a que eu tenho);
  4. Persuasão, de Jane Austen;
  5. A Abadia de Northanger, de Jane Austen;
  6. The Pickwick Papers, de Charles Dickens;
  7. King Lear, de William Shakespeare;
  8. The Secret Garden, de Frances Hodgson Burnett;
  9. O Fator Humano, de Graham Green;
  10. Nosso Homem em Havana, de Graham Greene;
  11. The Adventures of Sherlock Holmes, de Sir. Arthur Conan Doyle;
  12. Coisa de Louco, de John O’Farrel;

IMPORTANTE: a leitura das obras escolhidas será aleatória, de acordo com minhas possibilidades e no caso dos livros em inglês, de acordo com a dificuldade – começarei com os de leitura mais fácil.

Mr. Postman #13

Bem vind@ ao Na Minha Caixa de Correio!

Esse é um meme criado pela Kristi, do The Story Siren, no qual mostrarei tudo o que recebi, comprei ou ganhei durante a semana.

A coluna Na Minha Caixa de Correio a partir de hoje passa a chamar Mr. Postman. Na semana passada eu pedi para que vocês respondessem nos comentários se eu deveria ou não trocar o nome da coluna, visto que mesmo amando Beatles eu não tinha pensado nesse nome antes… As comentaristas foram unânimes em dizer que deveria trocar, então está aí, o novo nome da coluna é Mr. Postman. A numeração seguirá a sequência anterior. Obrigada a todos os que comentaram, sem vocês esse blog não seria possível.


Link Direto

Muito obrigada:

Ana Íris@ana_iris
Juliano@cavalca

The Sense and Sensibility Bicentenary Challenge 2011

The Sense and Sensibility Bicentenary Challenge 2011O ano de 2011 é o bicentenário do primeiro livro publicado de Jane Austen, Sense and Sensibility – no Brasil Razão e Sensibilidade, como se ninguém soubesse – e o blog Austenprose propôs um desafio para comemorar. O Sense and Sensibility Bicentenary Challenge 2011 consiste na leitura das obras de Jane Austen, em assitir as obras cinematográficas e televisivas inspiradas em Austen, na leitura dosmashups, sequelsspin offs de sua obra. Ou seja, mergulhar no universo de Jane Austen durante todo o ano de 2001 em honra a esse significativo e maravilhoso aniversário.

Detalhes do Desafio:

Time-line: The Sense and Sensibility Bicentenary Challenge 2011 ocorre de 01 de Janeiro à 31 de Dezembro de 2011.

Níveis de participação: Neófito: 1 a 4 escolhas, Discípulo: 5 – 8 escolhas, Aficcionada: 9 – 12 escolhas.

Funcionamento: Fazer inscrição até dia 01 de Março de 2011. Escolher qual o nível de participação. Colocar a chamada do desafio no blog, juntamente com a imagem do desafio. Colocar nesse post quais os livros, filmes e séries escolheu. Deixar um comentário com um link para a postagem no post do desafio no Austenprose.

Minhas escolhas:

Livros:

  • Razão e Sensibilidade, Jane Austen
  • Orgulho e Preconceito e Zumbis, Jane Austen e Seth. Grahame-Smith

Filmes:

  • Sense and Sensibility (1971)
  • Sense and Sensibility (1981)
  • Sense and Sensibility (1995)
  • Sense and Sensibility (2008)

Séries:

Orgulho e preconceito, de Jane Austen

Orgulho e preconceito - Jane Austen

Orgulho e preconceito - Jane Austen

Orgulho e Preconceito é considerada a obra que inaugura o romance moderno na Inglaterra. E coube a uma mulher, em uma sociedade conservadora onde o poder de escolha e direitos que hoje são considerados inalienáveis ao gênero eram limitadíssimos, escrever tal romance.

Por se tratar de um clássico, pressupõe-se que a grande maioria das pessoas conheça. Creio que não se possa fazer tal generalização, pois quando falamos em Brasil o número de leitores é muito pequeno e menor ainda é o número de leitores que se interessam pelo gênero. Eu mesma, que sempre gostei muito de literatura e estou sempre em busca de novos títulos para devorar fui conhecer a obra pouco tempo atrás. Graças ao cinema. E não tenho vergonha de afirmar isso, pois um dos papéis que as adaptações cumprem é o de divulgação de obras literárias (mesmo os clássicos).

Vamos ao que interessa: a narrativa de Jane Austen se passa no mundo em que ela mesma vive, a Inglaterra do século XVIII, e trata da trajetória de uma família comum e bastante peculiar ao mesmo tempo. A família Bennet é composta por cinco filhas criadas com o único propósito de se casar, fato comum para a época. Entretanto, essas cinco moças tinham outros atributos além da beleza: podemos falar na inteligência para ver e compreender o caráter por trás das palavras e do rígido código de cordialidade imposta pela política dos bons costumes.

Com a chegada de moços ricos e socialmente bem colocados à região de Longburn (onde os Bennet residem) cria-se certo clima de expectativa. As irmãs, ávidas por casamento (algumas mais do que outras), comparecem a recepção preparada. Em apneas um baile uma série de relações são criadas, Mr. Bingley cai nas graças de Miss Jane enquanto que Mr. Darcy se mostra orgulhoso demais para cair no agrado das famílias que vivem na região, o que gera um clima de intriga entre as famílias locais (em especial os Bennet) e o “forasteiro”.

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