Links Love #6


1. O Juliano fez um texto suer bacana sobre a nova comédia que conta a história de um grupo de amigos, Happy Endings. Eu já vi a série e aprovei.

2. O Alessandro Martins fez uma bela reflexão sobre a arte e seus espaços: a arte deveria permitir mais ou proibir mais?

3. Essa semana o grupos Anonymous sofreu uma série de represálias tanto no meio virtual como no real, tem um artigo super bacana sobre isso lá no Garotas Nerds.

4. O Tele Séries fez um texto sobre amigos com benefícios para comemorar o Dia do Amigo e mostrou alguns casais da ficção que se aventuraram nessa amizade colorida.

5. A Câmara de um cidade inglesa distribui panfleto sobre como reagir em caso de ataque de zumbis.

As Aventuras de Biblos – contar histórias para entender e preservar patrimônio

Nos últimos anos vem se discutindo o espaço museal como um espaço de educação não formal e a Educação Patrimonial vem ganhando lugar nas discussões acadêmicas a ponto de fazerem parte dos currículos de cursos superiores. Dentro dessa nova perspectiva o Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (MUHM) propõe atividades educativas para receber grupos de escolares. Uma dessas propostas nos interessa abordar no momento, pois participaram do processo de criação alunos de estágio curricular da disciplina Estágio de Docência em História III – Educação Patrimonial da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Em conjunto com um grupo de quatro alunos provenientes desta disciplina eu e Fabiana Nunes da Silva, também estagiária do MUHM, elaboramos um texto de caráter ficcional e infanto-juvenil para compor um livro cujo nome foi escolhido pelo grupo: As Aventuras de Biblos: Aprendendo a preservar. Contamos, para tal, com o auxílio técnico-teórico da Técnica em Biblioteconomia do Museu, Erika Alíbio. O livro aborda de forma lúdica a preservação de livros. Entendendo aqui o livro como um patrimônio histórico, a oficina, que é uma contação de história, visa aproximar as crianças da noção de preservação de patrimônios a partir daquilo que lhe é mais próximo, o livro didático.

IMPORTANTE: este texto foi originalmente escrito para a XV Jornada de Ensino de História e Educação.