Conhece a Pipa? A amiga da Tina.

A infância de muita gente bacana por aí foi marcada pelas histórias de uma turma pra lá de espcial. Eu me incluo na lista. A dos que foram marcados, não a dos bacanas (essa fica por tua conta). A turminha em questão é a famosa Turma da Mônica. Me criei lendo gibis da Mônica, do Cebolinha, Cascão, Magali e Chico Bento.

Mas hoje quero falar sobre uma turma paralela, os jovens do pedaço. Muito antes da Mônica crescer outra garota arrancava suspiros nas histórias de Maurício de Souza. Estou falando da turma que acompanhava a Tina.

Pois é, mesmo criança eu adorava ler o que aquele pessoal aprontava. Rolo, Tina e Pipa eram inseparáveis, super amigos. Tina colecionava namorados, Rolo era mulherengo que só vendo e Pipa, a gordinha mais bacanuda que eu conhecia quando criança, era romântica e sonhava em casar com o namorado. Read More

Donald Duck – Out of Scale

Sabe aqueles dias de nostalgia? Em que as lembranças da infância surgem com força total? Pois é, ontem foi um dia de nostalgia pra mim.

Memórias desencadeadas por dois motivos aparentes. O primeiro deles é a volta para a televisão de um desenho que eu adorava quando criança, DuckTales. O segundo é o meu aniversário que se aproxima – o que sempre me faz recordar o passado.

E no dia de nostalgia recordei um dos desenhos que mais marcaram minha infância. Eu vi apenas uma vez, mas mesmo assim eu sempre lembrava dele. Daí, no ano passado eu liguei a televisão em um sábado de manhã e estava passando o tal desenho. Sem saber o nome, apenas que era um desenho do pato mais bacana de Patópolis, o Pato Donald com os esquilinhos Tico e Teco.

Então, ontem à noite eu e o Juliano não descansamos até encontrar o nome do desenho e links para assistir. A maratona foi cansativa, mas valeu a pena. O programa em questão chama Out of Scale (Dir: Jack Hannah; EUA; 1951), que em bom português quer dizer fora de escala. Escrito por Bill Berg e Nick George.

Do que se trata? Donald tem um ferrorama lindo que reproduz uma cidade. Está terminando de colocar as pequenas árvores quando esbarra em uma árvore natural e resolve tirá-la do caminho, pois ela era muito grande (fora de escala) para o seu brinquedo. Acontece que a tal árvore servia de moradia para Tico e Teco, que não gostam nada de ter sua árvore roubada. Um enfrentamento com o pato é inevitável, mas a a batalha não termina em sucesso para os pequenos.

Tico e Teco refugiam-se em uma casa do ferrorama e acabam gostando do lugar, que é certinho para seu tamanho. Donald percebe isso e resolve brincar de casinha com os dois. Porque eles são do tamanho exato para a cidade miniatura.

Como todos os desenhos Disney da época, a simplicidade na condução da trama e a magia fazem o espectador se apaixonar logo de cara. Um final conciliador para a trama torna a brincadeira ainda mais gostosa.

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Mas calma aí quem acha a Disney e sua produção um braço do imperialismo estadunidense. Não estou negando o papel histórico que muitas produções tiveram na expansão político-cultural do Estados Unidos e até na Política da Boa Vizinhança que praticamente transformou a América Latina em quintal dos amigos do Norte. Mas cá pra nós, eu continuo adorando os desenhos e as criações Disney, fez parte da minha infância, faz parte de quem eu sou.

O que eu via na Infância

Lembrar do passado é um exercício muito interessante. Sempre estou disposta a conversar sobre a infância e adolescência com os amigos. É tão bom trocar esse sentimento nostálgico com alguém, lembrar do programa de televisão preferido, da brincadeira mais divertida, dos sufocos do tempo de escola, das músicas cafonas que gostávamos.

Recentemente escrevi aqui no blog sobre um dos desenhos animados que eu mais gostava quando era criança. E ontem estava conversando com o Juliano sobre os programas infantis que passavam na TVE e redescobrindo as canções famosas do ratinho do Castelo Ratimbum.  Catamos pelo Youtube os vídeos do programa e demos boas risadas ouvindo os ensinamentos sobre o banho, escovar os dentes, lixo e reciclagem.

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Eu adorava também O Mundo de Beakman, X Tudo, Glub Glub, Ra Tim Bum e Pandorga. Aprendi tanta coisa com esses programas, hoje em dia as crianças que eu conheço preferem dançar ao som de Mc Créu ao invés de cantar Banho é Bom.

E vocês? Quais programas vocês viam quando criança? qual marcou mais?