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6 em 6 – Setembro de 2015

Finalmente eu voltei com o projeto 6 em 6. Apesar da simplicidade que é postar seis fotos no blog todo dia 6 do mês, sem tema nem nada, eu estou há mais de um ano sem conseguir postar fotos no dia 6. Como estou tentando voltar com força total para o universo blogueiro, quero essa pauta fixa daqui por diante.

Então lá vai. Esse mês resolvi postar algumas fotos das minhas últimas viagens para dar um gostinho do que vem por aí: posts recheados de dicas e experiências de viagem.

Casa Rosada em Buenos Aires

Paranapiacaba, São Paulo

La Sebastiana, uma das casas museu de Pablo Neruda, em Valparaíso, Chile

Macchu Picchu no Peru

Farol de Klein Curaçao em Curaçao

Vista de cima do Pão de Açúcar, Rio de Janeiro

Então, um destino, uma foto. Internacionais, nacionais, não importa, o que importa é viajar! Até mais, e não esqueça de deixar seu comentário. 😉

Minha primeira vez na terra da garoa

São Paulo

Então que duas semana atrás eu fiz minha primeira viagem para São Paulo, capital. Sair de Porto Alegre em direção ao centro do país pode ser rotina para muitos, mas para mim não. Antes eu tinha visitado apenas Campinas, e mais abaixo no mapa (ou acima, dependendo da posição do seu mapa) Curitiba. E eu que nunca tinha demonstrado interesse em visitar a maior cidade do país, pois eu tenho certa fobia de gente – multidões, para ser específica – voltei de lá com a certeza de que é destino certo para muitas outras viagens.

O passeio foi corrido, apenas três dias, mas, apesar do banho de chuva e da gripe decorrente, pude visitar muitos lugares bacanas. Então eu resolvi partilhar a experiência contando os passeios mais legais que fiz e os lugares que mais gostei de visitar.

Choperia na Liberdade: Logo na primeira noite eu o Ju fomos guiados por um amigo e paramos na Liberdade em plena terça à noite para comer comida japonesa e cantar no Karaokê. O lugar tem um clima super interesante e uma decoração super over japa neon, mas adorável. Eu não consegui me soltar muito e cantei duas músicas quase me escondendo no palco. Já o Sr. Cavalca arrasou no microfone e foi elogiado até pelo cantor alfa do lugar. Me diverti vendo os outros cantar e até senti um pouco por não termos Karaokês por aqui. Se alguém de Porto Alegre, São Leopoldo ou região souber de algum, avise que eu e o Cavalca estamos dispostos a conhecer.

MASP: esse era um dos destinos mais cobiçados. Fiz questão de visitar esse museu e incluí no roteiro na mesma hora que fui comunicada da viagem. E que acervo, uma das vantagens de visitar um museu da cidade mais rica do país é poder ver Renoir, Picasso, Monet e outros tantos artistas magníficos. Mas o melhor de tudo mesmo foi poder ver pela primeira vez, de pertinho, um Van Gogh, aliás um não, quatro! Quatro de uma única vez. In-crí-vel! É impossível descrever a emoção de ver uma pintura ao vivo de uma dos maiores artistas e um dos meus favoritos, quase certo que é o favorito. Depois ainda tinham outras exposições bacanas e uma de street art fantástica com instalações maravilhosas que eu simplesmente adorei.

Museu da Língua Portuguesa: outro destino certo. Mas infelizmente, tanto o Museu da Língua Portuguesa enquanto a Pinacoteca estavam entre exposições. No Museu da Língua Portuguesa visitamos então a exposição de longa duração que é super bacana, mas o mais legal mesmo foi o filme e a sala interativa com o sarau eletrônico, um espetáculo de luz e som onde trechos de poemas são projetados nas paredes e no teto e recitados por grandes vozes da dramaturgia brasileira. Um barato mesmo.

Além desses três lugares especiais eu também visitei a Pinacoteca que tinha pouquíssima coisa em exposição, a 25 de março (que eu não achei tudo o que falam, talvez por estar morrendo de gripe no dia ou porque em Porto Alegre tem uma rua muito parecida, apesar de bem menor), a Santa Ifigênia, onde comprei meu HD externo, a Livraria Cultura (enorme) lá no Conjunto Nacional, o Mercado Municipal, o Rocket’s e alguns passeios pela Paulista acompanhados sempre do maravilhoso suco de laranja que o cavalca tanto gostou e de um pavê de uma padaria escondidinha numa esquina da Augusta. E o metrô foi uma atração à parte. Eu e o Cavalca temos uma simpatia muito grande por essa maravilha do mundo moderno e de cidades evoluídas que ainda não chegou em Porto Alegre.

Além disso,  tenho só que agradecer ao Guga o guia que nos levou a já citada Chopperia na Liberdade, e ter topado um ir ao cinema na quinta, juntamente com o Diego Maia, ambos amigos do fórum Cinema Sem Cena que o Cavalca participa, e ao Vidoni que também foi guia, nos levou ao Mercado Municipal e nos aturou na 25 de março e na Santa Ifigênia na busca pelo meu HD, além de nos apresentar ao pavê delicioso que eu já comentei.

Faltou visitar muitos lugares, claro. Não deu tempo de conhecer mais de uma cidade tão grande. Aliás, essa foi a primeira impressão, tudo é muito grande por lá. Me senti tão pequenininha – mais do que já sou. E o pior foi a chegada, deu um pavor descer no meio da cidade, em Congonhas, com todos aqueles prédios e a sensação de que a qualquer momento bateríamos em um deles. O passeio foi curto, proveitoso, mas um retorno só pelo aeroporto de Guarulhos, certamente.