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The Beatles

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Dia Mundial do Rock 2009

Eu tinha 14 anos quando ouvi pela primeira vez uma tal banda chamada Legião Urbana. A música era Eduardo e Mônica. Foi totalmente por acaso. Minha família não possuia rádio (um pequeno problema de morar com minha avó evangélica). O que chegava a meus ouvidos eram sempre as músicas de bandas que se apresentavam nos ótimos e maravilhosos programas de domingo da televisão brasileira.

Desde então andei por diversas trilhas sonoras do início dos anos 2000 comum a diversas adolescentes da época. O que mais me cativou foi, sem dúvida, o Rock’n’Roll. E o vício continua até hoje. Já fui do punk às novas tendências do século XXI, curto The Beatles e Patti Smith, Dead Kennedys e Bob Dylan, Elvis e

Comprei Discos, CDs e até as tais fitas K7s. Hoje ouço músicas no computador, o Last.fm é meu maior aliado para manter o vício. E o Dia Mundial do Rock é apenas mais um dia para ouvir muito, mas muito rock’n’roll. Ou quem sabe ver um filme sobre Rock?

E esse não é apenas um tipo de música, é um fabuloso mundo de sonhos e rebeldia.

Trilhas Sonoras – última parte

Na última parte da saga das trilhas sonoras aqui no trecos&trapos o assunto é musicais. Confesso que não sou a maior fã do gênero cinematográfico, mas alguns são tão bons que não tem como não gostar.

Na minha lista eu coloquei apenas três, em primeiro lugar porque são os meus preferidos e em segundo lugar porque eu não tenho um repertório muito grande para compartilhar, portanto sinta-se à vontade para colaborar adicionando outros títulos nos comentários.

Dançando no Escuro

(Dancer in the Dark; Dir: Lars von Trier; Dinamarca / Alemanha / Países Baixos / Itália / EUA / UK / França / Suécia / Finlândia / Islândia / Noruega; 2000)

Sem sombra de dúvidas o melhor musical que eu já assisti. É um drama musical estrelado pela musa Björk. A trilha sonora do filme, lançada no álbum Selmasongs, foi toda criada por Bjork. As canções são bem diferentes das que estou acostumada a ver em musicais. Mais pesadas, elas embalam a triste história de uma operária imigrante que sofre de uma grave doença degenerativa nos olhos e tem o dinheiro que economiza para a cirurgia do filho (para que ele não sofra do mesmo mal) roubado.

Cada canção do filme traz uma carga de sentimentos que explodem com a última música e o final da história dessa mulher. Um dos finais mais marcantes e tristes que já vi em toda minha vida.

Dr. Horrible’s Sing-Along Blog

(Dr. Horrible’s Sing-Along Blog; Dir: Joss Whedon; EUA; 2008)

Um musical exatamente o oposto de Dançando no Escuro, Dr. Horrible’s Sing-Alone Blog é uma comédia musical. Criado por Joss Whedon e estrelado por dois atores de séries fantásticas, Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother) e Nathan Fillion (Firefly).

Trata-se de um musical em três atos, criado para ser exibido pela internet. Uma história divertida, de amor, heróis e vilões. E o melhor, o protagonista é um aspirante a vilão e o antagonista é um herói babaca, cheio de si e insuportável.

Across the Universe

(Across the Universe; Dir: Julie Taymor; EUA; 2007)

Um musical feito a partir das músicas dos Beatles. Não sei como alguém não pensou em contar uma história de amor usando as canções do grupo britânico antes. A idéia é genial. A trajetória de um grupo de amigos que vivem nos EUA na década de sessenta e uma história de amor. Pano de fundo perfeito. E é Beatles, certificado de qualidade instantâneo.

A abordagem da turbulenta década ganha mais cor e mais vida com a trama do filme e com a música interpretada pelos próprios atores.

E com Across the Universe a saga pelo mundo das trilhas sonoras chega ao fim (pelo menos por enquanto). Não deixe de ler a primeira, a segunda e a terceira parte dos textos e saiba as outras trilhas sonoras que fazem parte dessa pequena lista.