Assista Zombies Infect Lego City

Eu amo lego, quando criança eu tinha um jogo dos coloridos e ainda guardo um todo cor de rosa que montava uma linda casinha de bonecas. Mas o tempo passou e os interesses mudaram e hoje os legos são cheios de conjuntos diferentes, de Star Wars a Harry Potter. E tem ainda aquelas pessoas criativas e cheia de habilidades manuais que criam diversas coisas, de cenários a curta-metragens, usando os famosos pinos lego.

E se misturar lego com zumbi temos uma combinação épica! E foi o que o Tomjoetwins fez. Ele fez uma animação na qual uma infecção se espalha em uma Lego City e os zumbis se multiplicam de forma desenfreada. Lego City sobreviverá? Assista Zombies Infect Lego City.

[youtube1]SIxNiAFUCXM[/youtube1] link direto

Publicado originalmente no MOZW.

Zumbis: blog temático e livro

Ainda não contei por aqui, mas desde 2010 eu e a Anica, do Hellfire Club, estamos com um blog novo chamado Ministry of Zombie Walk. Um blog temático sobre zumbis. Eu estava com vontade de criar um blog apenas sobre zumbis há bastante tempo, mas nunca tinha tempo. Um dia twittei algo como: Há tempos tenho vontade de criar um blog sobre zumbis, hoje em dia já não é mais novidade.

A Anica respondeu que sentia o mesmo e combinamos de criar o tal blog. Conversa vai, conversa vem, nasceu o MOZW! Não deixe de visitar e deixar seu comentário.

MOZW - Ministry of Zombie Walk

E a seguir o post mais recente que publiquei por lá:

A Editora Barba Negra está promovendo uma semana zumbi por ocasião do lançamento do livro Zumbis – o livro dos mortos, do jornalista Jamie Russell, no qual o autor se propôs a analisar os filmes do gênero desde seus primórdios. São mais de 400 páginas fartamente ilustradas.

O autor nasceu nos EUA, em 1974. Sua paixão por zumbis remonta a adolescência, então nos anos 80’s. Russell começou sua pesquisa acerca do tema oficialmente em 2000, e a primeira edição de  Zumbis: The Book of the Dead é de 2005. E ele a ideia de que os zumbis são utiliados como metáforas para os medos e problemas socias em épocas distintas é utilizada por ele.

Já a edição brasileira – com tradução de Érico Assis e Marcelo Andreani de Almeida – traz um capítulo extra, escrito por Antônio Tibau. Nesse capítulo Tibau incluiu a produção brasileira do gênero.

Esse livro é leitura obrigatória para todos os amantes dos mostos vivos, comedores de carne. Veja o booktrailer:

[youtube1]MoUSMes1JhA[/youtube1]

[REC]

Três semanas atrás tive uma experiência aterrorizante. Finalmente vi [REC], uma produção espanhola de terror dos diretores Jaume Balagueró e Paco Plaza. Ainda não me recuperei. Desde então não consigo mais dormir com a luz apagada quando estou sozinha no quarto, porque o medo do escuro ficou ainda mais forte (não mais do que já fora, isso é verdade).

Este texto contém spoilers, recomendo a leitura após ter visto o filme.

Uma produção simples, barata bem dirigida. A prova real de que saber contar uma história é suficiente para se fazer um bom filme. Por mais que seja tão batida, como é o caso das histórias de zumbis. O filme não assusta pela quantidade de sangue ou por efeitos especiais miraculosos. O filme assusta pela maneira como a história é contada.

A idéia do filme é fazer cinema-verdade, de mentirinha, como em A Bruxa de Blair. A câmera do filme é “a mesma” do cinegrafista do programa “Enquanto você dorme”, Pablo, que junto com a apresentadora do programa, Angela Vidal, vão para o corpo de bombeiros para mostrar a rotina desses trabalhadores durante a noite. O cinegrafista não aparece em nenhum momento do filme, apenas sua voz.

Para a narrativa parecer ainda mais crível diante dos olhos dos espectadores, o filme não tem trilha sonora, inicia sem mostrar créditos, direto com Angela fazendo a chamada do programa. E ela erra muitas vezes, para que o público acredite mesmo na veracidade da ‘fita’.

E a surpresa com o tédio é decepcionante, que a apresentadora chega a torcer por uma tragédia. Finalmente o alarme, pelo menos o programa não seria um fracasso. Um prédio comum. Os bombeiros chegam junto com a diminuta equipe de TV para atender o chamado dos moradores que ouviram gritos do apartamento de uma senhora (a velha dos gatos!).

É interessante perceber a presença de elementos clássicos de filmes de zumbis, a película é dividida em três atos: a apresentação, a infecção e a sobrevivência (tentativa). Chegando ao prédio os moradores estão quase todos no térreo ansiosos. Uma viatura com dois policiais já estava lá.

Elementos surpresas aparecem a todo o momento. Tanto para nós, que estamos assistindo, quanto para os atores. Eles não receberam o roteiro inteiro para ler, a filmagem foi realizada em ordem cronológica dos acontecimentos, assim como nos é apresentada. Os atores recebiam apenas uma sinopse da cena que iriam filmar, e não sabiam o que aconteceria depois. E na cena em que um corpo cai lá do alto eles ficaram tão surpresos quanto o público, eles não sabiam que aquilo iria ocorrer.

Existe uma tensão criada pela atmosfera claustrofóbica – ninguém entra e ninguém sai do prédio, estão cercados por todos os lados pela polícia, em uma espécie de quarentena – e pela ignorância em relação ao que exatamente está acontecendo – assim como os personagens, nós não temos idéia do que levou a infecção.

Tudo o que vemos no filme é captado pela câmera do cinegrafista de “Enquanto você dorme”. E é muito interessante ver a câmera chacoalhando, ficando sem som, batendo nas coisas. Iluminando locais escuros. O filme nos dá muitos sustos e cumpre seu propósito como filme de terror. E o final é surpreendente e assustador. Eu fique bastante impressionada. E quem avisa amigo é: cuidado com a Menina Medeiros!

No You Tube tem o trailer do filme, a reação do público nos cinemas e uma brincadeirinha que fizeram sobre o desaparecimento de Angela Vidal e Pablo.

“Pablo, graba lo todo. Por tu puta madre.”

Os mortos invadirão Porto Alegre novamente!

ImageShack

Hoje à tarde uma legião de mortos vivos sairá pelas ruas de Porto Alegre, assutanto e procurando por miolos. É a segunda Zombie Walk de Porto Alegre. Um movimento público que ocorre em grandes centros urbanos do mundo todo em forma de caminhada, reunindo fãs de filmes de horror. A idéia é ser um zumbi durante a caminhada, agindo como tal: interpretando e se comunicando como “mortos vivos”, vestidos a caráter, grunhindo, gemendo e gritando “miolos” ou “cérebros”.

O evento é uma flashmob, divulgado quase que somente pela internet. A primeira foi no Canadá, em 2003, com apenas seis participantes. A primeira caminhada dos mortos do Brasil foi em Belém e a maior Zombie Walk da América Latina foi a de Porto Alegre, com 400 participantes no dia 9 de dezembro de 2006. E foi tão bacana que rendeu muitas fotos e vídeos.

Quem estiver disposto a se caracterizar de zumbi e passar por lá, se divertir horrores e terrores é só comparecer no vão da Casa de Cultura Mario Quintana de Porto Alegre lá pelas 16 horas e 30 minutos. A saída (o início da caminhada) será às 18h, caso tenha de se vestir ou se “zumbificar” no local, chegue antes!