Me especializando em Montagem de Exposições!

O Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa (onde estagio todas as manhãs) promove, no período de 2 à  31 de agosto, a Mostra de Cartazes de Filmes do Cinema Gaúcho e Nacional. Paralelo a mostra serão exibidos, de terças à  sextas-feiras, DVDs com imagens antigas dos primeiros filmes produzidos até a década de 1920.

15 horas: História da Origem do Cinema
16 horas: Os Primórdios do Cinema Brasileiro e Gaúcho

Aparece por lá, e confere os filmes e os cartazes que ficaram ótimos… E não é só porque eu estava trabalhando na montagem não…

E para os desavisados, o endereço do Museu é o seguinte: Rua dos Andradas, 959, no centro de Porto Alegre/RS. Espero por vocês.

Comprar BEM na Internet é muito fácil…

Adoro.......

Gostou do artesanato aí­ de cima? Então confere mais das coisinhas maravilhosas que a brasiliense Kill Her Again vende em seu fotolog. Ela alia a tradicional técnica de artesanato em biscuit com temas da modernidade rocker. São alargadores de piercing, broches, pingentes e prendedores de cabelo com muitas caveiras, corações estilizados, zebrinhas, naipes e cerejas que refletem um pouco de sua personalidade. Criatividade e originalidade é o que há de melhor em sua produçã. Para conferir outras peças tão maravilhosas quanto as da foto, visite o site dela. As vendas são feitas pela Internet e eu estou louca para adquirir dezenas de coisinhas lindas dessa menina talentosíssima! 😉

Frida Kahlo, a Banda, no Radar!

Foto do Show em que abriram par o Wander Wildner no Arca Pub, aqui em Cachoeirinha.

Quarta-feira, 26 julho 2006 às 18h tem Frida Kahlo no Programa Radar, na TVE, canal 7 de Porto Alegre. Vale a pena conferir o som deles. Com canções próprias, simples e em português, os guris tem por objetivo levar suas melodias para onde surgirem oportunidades. Formada na segunda metade de 2004, a Frida Kahlo lançou o primeiro EP em novembro de 2005. Uma banda Rock de Gravataí­-RS, influenciada pelo Rock inglês dos anos sessenta, setenta, oitenta e noventa, já dividiu o palco com bandas como Suco Eléctrico, Superguidis, Apanhador Só, Frank Jorge, Wander Wildner…

Frida Kahlo é: Sandro Silveira “guitarra e vocal”; Marcelo Henrique “guitarra”; Jero Silvello “baixo”; Leandro Chites “bateria”.

Confere os meninos no site da Trama: http://tramavirtual.com.br/artista.jsp?id=17237

Insulto hollywoodiano

Ontem à  noite, em um momento de ócio nada cirativo, ligo a televisão e me deparo com um filme nauseante: Bad Boys 2. Filme ruim, preconceituoso, xenófobo (os traficantes do filme são todos cubanos, haitianos ou russos). Em linhas gerais, o que Bad Boys 2 promove é um assalto à  sensibilidade do espectador. Para piorar, os roteiristas ainda tentam incluir uma mensagem polí­tica rasteira e fora de propósito ao citarem que o vilão da história, um cubano, apóia o regime de Fidel Castro. Um absurdo foi dizer que até o exército cubano protegia o traficante, foi um desrespeito total para com os cubanos e isso é inaceitável. Não que eu seja uma comunista defensora de Fidel, mas tenhamos um pouco de bom senso, um traficante fornecendo drogas e dinheiro lavado nos Estados Unidos para Fidel, parecia filme de 007 em época de guerra fria: fazer chacota para descarecterizar o governo de Cuba. Um total desfavor à  população.

Tudo isto por quê? Quando o filme chega no seu clímax, as coisas começam a ficar mais claras. É aí que a máscara de filme de guerra urbano que Bay, o péssimo diretor, havia imposto cai e percebemos que estamos mesmo num filme de guerra. A meia hora final explica todo o fascismo e xenofobia que acompanharam o bombardeio visual das duas horas anteriores. Estamos mesmo diante de uma grande peça de propaganda: uma apologia do direito americano de invadir quem quiser para eliminar o mal (com direito a cena que justifica a falta de utilidade das saí­das diplomáticas). O clí­max do filme é uma invasão de Cuba (onde os heróis enfrentam inclusive o exército daquele país, com o máximo de explosões e destrução possí­vel). O final inclui a cena mais impressionante do filme pela forma calhorda que ela se apresenta: os heróis Will Smith e Martin Lawrence destróem toda uma favela no meio de uma perseguição de carro. A imagem que vemos é a de um bando de barracos sendo prontamente destruídos. “Só isso”. Imaginamos que as pessoas levando suas vidas ali dentro estão sendo sumariamente destruí­das junto com os barracos. Sobre isso, o filme não se pronuncia. O pior é que a seqüência é construí­da entre a alternância de planos externos, do carro destruindo a favela, e internos, onde Smith e Lawrence parecem estar se divertindo muito com aquilo tudo. É tudo uma grande piada.

E sobre o tal vilão cubano, vale dizer que ele possui uma filha pequena, a quem ama loucamente. Porém, se você acha que a criança foi incluída na trama para conferir dimensão dramática ao bandido, esqueça: por incrível que pareça, ela só aparece para que o filme possa fazer piada com seu excesso de peso. Sem contar o atropelamento de corpos mortos e as piadas terrí­veis. Em suma, quase tive um infarto ontem à  noite… Preciso me livrar das cenas terrí­veis que vi e das coisas abomináveis que ouvi!