É dia de faxina.

Hoje é dia de faxina aqui no trecos&trapos. Dia de eliminar tranqueiras, encontrar erros liquidá-los. É que estou participando do desafio 21 dias 2008 do blosque. E a primeira tarefa foi bem complicada: fazer uma faxina geral no blog. Mas valeu a pena.

A primeira parte da tarefa foi descobrir páginas de erro dentro do site. Usei o Google Webmasters, como o indicado. Felizmente, o trecos&trapos não tem nenhum erro encontrado pelo Google.

A segunda parte realizada foi eliminar plugins ou widgets inativos ou inúteis. E foram alguns plugins eliminados.

Antes:


O Processo:

Depois:


A terceira parte realizada, para considerar a tarefa cumprida foi limpar Comentários Spam. A mais fácil de todas. Ainda mais que essa é uma prática semanal que adorei desde que tenho o blog no wordpress.

Antes:

Depois:

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Tarefa cumprida. E aquela sensação boa de limpeza já toma conta do ar por aqui.

Música para exportação

Na semana passada estava almoçando no Restaurante Universitário (R.U.) da UFRGS ali na João Pessoa quando um amigo me falou de um tal clipe que estava aterrorizando no youtube (e aterrorizar é a palavra certa para o dito cujo).

Fiquei tri curiosa e pedi para ele mandar o link por email. Na mesma tarde recebo o tal link e assito o referido vídeo. Uma mistura de gargalhada histérica e riso aflito surgiu já no primeiro instante. Não resisti, acabei mostrando para todos aqui na firrrrma. Não há maneira racional, sensata ou séria de falar sobre o vídeo.

Trata-se de uma versão tão tosca quanto a original de Bate forte o Tambor de um grupo cujo nome condiz com a tosquice da música: Carrapicho. E tem mais, não é uma simples versão, ela é cantada em russo por um jovem muito estranho, e o videoclipe nos apresenta alguns elementos que possuem a habilidade de acabar com a sanidade dos fracos.

Se tiver estômago para isso, arrisque-se.

[youtube1]gIdMsu-YgJA[/youtube1]

Paper Toy

Se tem uma coisa que eu adoro é brinquedo. De todo tipo, daqueles que originalmente são usados para brincar e daqueles que originalmente são usados para guardar e admirar. Mesmo que por vezes os papéis se invertam, se guarde o brinquedo de brincar e se brinque com o brinquedo de olhar.

A onda de Toy Art invadiu a rede mundial de computadores, milhares de pessoas pelo mundo inteiro inventam novos brinquedinhos que vão parar nas mãos de colecionadores e brincadores do mundo todo. E no meio de tanto brinquedo (de pano, feltro, plástico, vinil e todo tipo de materia possível e imaginável) tem os Paper Toys. Igualmente fofos, embora brincar implique em colocar em risco a integridade do objeto.

O que são? Bonecos feitos de papel e cola (alguns não necessitam nem de cola na montagem, quer mais moleza que isso?). Eles são baratos, só gasta mesmo papel, tinta da impressora (cola em alguns) e mão de obra. Excelente!

E então, um dos projetos para o próximo ano surgiu a poucos dias, quando conversava com o namorado sobre o assunto. Como as férias estão se aproximando, e não só as férias parciais (como estou acostumada nos últimos anos), mas férias de verdade, um mês em casa (ou quer que eu vá) sem absolutamente nada para me preocupar (exceto com: Qual o próximo livro que lerei quando o atual terminar? Qual o próximo episódio da série X eu verei? Que filme temos para hoje?) eu resolvi encarar os paper toys. Entre os milhares de projetos que tenho para essas férias tenho a intenção de imprimir um grande número de moldes e sair montando bonequinhos para enfeitar minha estante, a estante do namorado, dos amigos…

Terapia? Não, diversão.

E tem bonequinho de todo tipo, de todas as temáticas, com muitos personagens. Alguns muito fáceis de fazer, outros tão complicados que eu não sei nem por onde começa. Mas tudo no seu tempo, eles vem com instrução nos moldes, e o é sempre bom começar pelos mais simples, assim vai pegando o jeito e quando ver, já está craque.

Tem os Paper Toys by Goobeetsa:

Goobeetsa

Cubeecraft:
Indiana Jones Dwight Schrute Cat Bonez

Bardboy:

Shin Tanaka:

3EyedBear:

Carlo Giovani:

Deluxe coffin boxes:

CUSTOM PAPER TOYS, Nice Bunny, Fwis, The Worls of Speakerdog, Think.BigChief, Toy Paper, Haunted Mansion, entre tantos outros. É só procurar.

Então eu lanço um desafio aqui no trecos&trapos. Até o dia 30 de janeiro receberei fotos de paper toys montados por vocês e então farei um post por aqui com todas as fotos e os respectivos links dos blogs do dono do toy. Aguardo fotos de todos, vale foto de todo tipo, desde que seu toy apareça! Pode mandar quantas fotos quiser.

Está esperando o que para imprimir algum modelo, montar o seu toy e sair por aí fotografando?

Monty Python estréia canal no YouTube

Assistir os filmes do grupo Monty Python é tri legal. Assitir as cenas de seus programas (mesmo que com baixa qualidade pelo youtube) é bom demais. Poder comprar tudo em DVD e ver em casa, no conforto do lar, melhor ainda (é claro que AINDA não é o meu caso).

Mas se antes o youtube salvava com cenas do grupo, agora o próprio grupo salvará todos os fãs.

Eles inauguraram um canal próprio, com cenas dos seus filmes, das esquetes, entrevistas e tudo mais. E o melhor, com uma qualidade muito melhor.

Quem é fã não pode deixar de colocar nos favoritos. quem não é fã, é uma ótima oportuinada para virar. e quem não conhece – opa, como assim? Não conhece Monty Python? Te mata, ou corre lá para conhecer e se deliciar!

[via Update or Die]

Peanuts, como eu gosto.

Ah, como eu adoro Peanuts! Dos desenhos, das tirinhas, do humor doce-amargo-negro. Tem algo de encantador nas tiras de Charlie Brown, Snoopy e de todo o elenco de personagens adoráveis. Na verdade é difícil escolher qual deles eu gosto mais. Tenho uma afeição muito grande pelo Charlie Brown, pelo Snoopy. Mas não posso deixar de mencionar o quanto gosto de Linus van Pelt e seu cobertor azul, fiel companheiro.

As tiras quase sessentonas são tão contemporâneas, e são responsáveis por frases tão clássicas como essas do Linus: “Há três coisas que aprendi a nunca a discutir com as pessoas: Religião, Política e a Grande Abóbora” (e a frase vai para o Grande Abóbora, por motivos óbvios), ou ainda “Como você pode dizer que estou gordo? Estou apenas com estômago musculoso” (feita sob medida para esta que vos escreve), ou ainda “Não falei que tô apaixonado por ela, simplesmente disse que gosto muito do chão que ela pisa…” (invertendo o gênero do enunciado…)

Não há busca de sentido nos pequenos balões das tiras criadas por Schulz lá em 1950. Há sim uma desconstrução de signos, um abalo que beira ao cataclisma com apenas algumas igênuas palavras dos personagens. Tanto as tiras, quanto os desenhos carregam em si uma simplicidade aterradora, pois dessa simplicidade saem palavras tão sábias, silêncios tão esclarecedores e gestos tão encantadores.