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março 2009

Posts em março 2009.

O Guia do Mochileiro das Galáxias, Episódio 2

Antes de começar, quero pedir desculpas pela falta de atualizações aqui no trecos&trapos. Março começou o semestre na faculdade, aliado à falta de estrutura em casa para acessar internet, fico sem poder verificar inclusive meus emails por mais de dois dias em algumas ocasiões. e além das desculpas, peço um pouco de compreenção.

Voltando à série O Guia do Mochileiro das Galáxias na televisão, já escrevi alguns apontamentos sobre o primeiro episódio. Dando seqüência, hoje deixo alguns comentários sobre o segundo episódio.

Episódio 2

Exibido no dia 12 de Janeiro de 1981. Neste episódio temos cenas engraçadíssimas a bordo da nave Vogon. O completo estranhamento de Arthur perante toda novidade que se apresenta é tratado de forma bastante crível e com um humor que só os ingleses são capazes de fazer.

É neste episódio que Arthur e Ford são descobertos pelo Capitão Jeltz (do Conselho de Planejamento do Hiperespaço Galáctico). São capturados e submetidos à tortura: uma espécie de recital de poesia vogon (de autoria do próprio capitão) e totalmente audível para Arthur e Ford devido ao peixe Babel. São lançados no espaço logo depois (o que mais parece um alívio do que uma punição depois de tamanhos ferimentos causados na audição dos amigos). Toda resistência é inútil! No último segundo, o Gerador de Improbabilidade Infinita da nave Coração de Ouro (cuja história é revelada apenas no livro).

Zaphod Beeblebrox e Trillian conduzem a nave. E o que seria mais improvável acontece, Arthur conhece ambos. Trillian deixou a Terra com Beeblebrox seis meses antes desse estranho encontro. Foi logo depois de uma festa em que Arthur joga todo seu charme (que não é muito) sobre Trillian e a perde para Zaphod (que é primo de Ford). Mera coincidência? Não, é o Gerador de Improbabilidade Infinita.

Destaque para a primeira aparição de Marvin e para a seqüência de imagens geradas pelo Gerador de Improbabilidade Infinita – coisas improváveis, é claro.

O Guia do Mochileiro das Galáxias, Episódio 1

Prometi algumas observações sobre cada episódio de The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy para essa semana. E promessa é dívida.

Eu optei por estruturar essas observações da seguinte maneira: cada publicação será referente a um episódio. Escolhi desta maneira, em primeiro lugar, para não criar um texto apenas e gigantesco (e mesmo que dividísse em dois textos menores, ainda assim seriam muito grandes) e em segundo lugar para gerar mais conteúdo para o blog e disponibilizar mais tempo para a leitura e possível contato direto com a obra.

Vamos ao que interassa, e sinta-se à vontade para comentar, críticar, complementar.

Episódio 1:

Exibido no dia 05 de Janeiro de 1981. É onde somos introduzidos aos dois personagens centrais. O início da jornada. Vemos Arthur Dent, um inglês habitual se deparar com duas situações muito peculiares. A primeira diz respeito a sua casa, que será destruída para a construção de uma via expressa e a segunda diz respeito a Terra, que está prestes a ser destruída para a construção de uma espécie de via expressa espacial.

Ford Prefect, seu amigo desde muitos anos revela ser de outro planeta e avisa a proximidade da destruição da Terra. Ford é um dos encarregados de escrever o mais incrível livro do Universo, O Guia do Mochileiro das Galáxias. Está na Terra fazem 15 anos e diante deste imprevisto, que é a destruição do planeta pelos Vogons, resolve contar tudo a seu amigo e pegar uma carona espacial. O episódio termina com eles dois no interior da nave Vogon.

O próprio Douglas Adams faz uma aparição neste episódio como um dos clientes do bar onde Ford e Arthur vão beber algumas cervejas e se preparar para a carona espacial. O melhor momento do episódio fica por conta do diálogo entre Arthur e o enviado da Prefeitura para destruir sua casa.

Os diálogos são muito bem construídos, tanto que são utilizados de maneira quase literal no livro O Guia do Mochileiro das Galáxias. É bacana ver a descrença de Arthur, que acima de tudo está confuso com toda a situação. É um episódio introdutório, no que diz respeito à série, aos personagens e principalmente ao livro a que se refere, o guia.

O Guia do Mochileiro das Galáxias, na TV

Ano passado eu ganhei do Juliano os livros O Guia do Mochileiro das Galáxias e O Restaurante no Fim do Universo. No início deste ano, então, comecei a leitura da série de Douglas Adams (The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy – originalmente um programa de rádio transmitido pela BBC Radio 4 em 1978).

Ao término da leitura (muito gratificante, diga-se de passagem), fiquei sabendo da existência de uma série feita para a televisão na década de 1980. Também adaptado da radiosérie de 1978.

São seis episódios, de 30 minutos cada, que conta a trajetória de Arthur Dent (Simon Jones) e Ford Prefect (David Dixon) depois que a Terra foi destruída para construir uma via espacial. No caminho eles encontram Trillian (Sandra Dickinsona) e Zaphod Beeblebrox (Mark Wing-Davey) e juntos seguem para uma estranha aventura pelo espaço.

Quem leu O Guia do Mochileiro das Galáxias e O Restaurante no Fim do Universo percebe na tela um resumão e uma seleção de eventos. No entanto, os livros vieram depois da série de televisão. O que vemos no livro O Guia, são eventos dos primeiros quatro episódios da série e n’O Restaurante vemos os outros dois. Claro, a história em cada livro é complementada com outros fatos da aventura, que ganha novos personagens e lugares, principalmente n’O Restaurante no Fim do Universo.

Voltando para o programa. Inglaterra, BBC-2, 1981: The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy passou nas segundas-feiras, 21:00. Foi produzida e dirigida por Alan Bell em associação com John Lloyd. Os episódio não foram nomeados, foram numerados do 1 até o 6. Continue lendo →

Battlestar Galactica, o fim.

E amanhã termina uma das melhores séries já feitas: Battlestar Galactica. Um episódio duplo finalizará a trajetória do grupo de sobreviventes humanos à destruição das 12 colônias e do grupo de cylons.

Não me contenho de ansiedade para ver a season finale. No entanto, pensar que é o fim deixa uma tristeza muito grande.

Teste: Você é um Nerd?

Testes pela internet existem aos montes. Todo mundo já fez um, ou vai fazer. O mais recente que conheci foi este: Você é um Nerd?

Tendo em vista a pergunta, tive de responder as questões e saber o que uma série de dados combinados previamente escolhidos pelo autor podem revelar sobre minha personalidade.

E esse não é o primeiro da categoria nerd que ouso responder.

Quanto ao teste? Bom, é de um sítio brasileiro, o que facilita a vida dos preguiçosos do ingles. Sentiu com vontade de saber se é ou não um nerd? É na página d’Os Vigaristas. Me conta o resultado depois.

Esse é o meu resultado:

63.16 pontos
Nerd em estágio crítico!
Você é um ser extremamente raro, poucos como você já foram vistos em público ao redor do mundo. Algumas pessoas acreditam que os nerds deste nível são radioativos.

Top 12 Aberturas de Seriados

Mês passado a Mariane do BitPop fez uma lista das aberturas de seriados que ela mais gosta. Eu estava pensando em fazer uma lista assim fazia um bom tempo e agora que ela fez, resolvi embarcar na onda e colocar em prática o meu Top Melhores Aberturas de Seriados. De seriados que eu acompanho ou acompanhei, portanto muitas aberturas maravilhosas que conheço ficaram de fora porque nunca vi a série. e são doze aberturas porque nenhuma lista é fechada, sempre cabe mais um.

Meus critérios de escolha? Gosto pessoal. Claro. E também uma pitada do fator inesquecibilidade.

Vamos a lista?

12. Monk

O melhor da abertura é a música. No mais, diversas cenas de Monk e suas “paranóias” que são deveras divertidas.

11. Blossom

Essa é a que mais traz lembranças. Depois da aula ia correndo pra casa ver Blossom no SBT. Era um ritual sagrado. Minha tarde não começava sem Blossom. É a música da abertura é muito boa, dá vontade de sair dançando como ela própria faz. Continue lendo →