Eu tinha 14 anos quando ouvi pela primeira vez uma tal banda chamada Legião Urbana. A música era Eduardo e Mônica. Foi totalmente por acaso. Minha família não possuia rádio (um pequeno problema de morar com minha avó evangélica). O que chegava a meus ouvidos eram sempre as músicas de bandas que se apresentavam nos ótimos e maravilhosos programas de domingo da televisão brasileira.
Desde então andei por diversas trilhas sonoras do início dos anos 2000 comum a diversas adolescentes da época. O que mais me cativou foi, sem dúvida, o Rock’n'Roll. E o vício continua até hoje. Já fui do punk às novas tendências do século XXI, curto The Beatles e Patti Smith, Dead Kennedys e Bob Dylan, Elvis e
Comprei Discos, CDs e até as tais fitas K7s. Hoje ouço músicas no computador, o Last.fm é meu maior aliado para manter o vício. E o Dia Mundial do Rock é apenas mais um dia para ouvir muito, mas muito rock’n'roll. Ou quem sabe ver um filme sobre Rock?
E esse não é apenas um tipo de música, é um fabuloso mundo de sonhos e rebeldia.
FALANDO NISSO:



















existe rock pra tudo:
- dançar
- bater o pé
- xingar os vizinhos
- protestar contra o sistema
- cuspir na igreja
- dizer que ama
- sentir-se amado
- desejar
- desistir
rock é tudo
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É daniela, pena o rock brasileiro da midia ter nos levado a estas canções que nada lembram o velho rock que conhecemos um dia, mas o rock é assim, mutável, surgem nomes que podem mudar um pouco do “mais do mesmo” que vivemos…
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