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6 on 6 (julho, 2014)

O dia seis chegou mais uma vez e com ele o projeto 6 on 6. Adorei participar no mês passado e continuo esse mês com mais algumas fotos. De última hora, admito. Todas experimentando o foco com a 18-55 mm com a minha Canon T3. Esse mês, com exceção das fotos do 6 on 6, fotografei apenas com o celular novo (um Moto G, que por sinal tem uma câmera péssima) e acabei relaxando com a ideia de treinar mais a fotografia. As fotos desse mês foram tiradas com a câmera apenas nos 45 do segundo tempo, ou seja, acabei fotografando para o 6 on 6 no dia de postar. Fiquei sem ideias e resolvi brincar com o foco. De noite a luz não ajuda muito, mas até fiquei satisfeita com algumas das fotografias. :)


Quer participar? A brincadeira é simples: você precisa postar seis fotos no seu blog, todo dia 6 do mês! Acompanhe todos os blogs participantes na página do Facebook. :)

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6 on 6: junho de 2014

Minha primeira participação no projeto 6 on 6! Adoro esse projeto. Sempre olho os blogs participantes para ver as fotos do mês e buscar inspiração.

O projeto é super simples: todo dia 6 é preciso postar 6 fotos. Tema livre. Barbada, né?! Para saber mais e conhecer outros blogs que participam da brincadeira é só acessar o grupo do Facebook.

E na minha estreia eu trouxe fotos das minhas paixões, meus filhos felinos. As fotos foram tiradas para testar a lente 50mm que eu adquiri recentemente. Ainda estou me acostumando com ela :)

.Gandalf

Starbuck

Willow

Salém

Smeagol

Hora de comer!

Apenas a última foto foi editada. Por ordem de idade: Gandalf, Starbuck, Willow, Salém e Smeagol.

E então, gostou? Eu adorei participar do projeto. Mês que vem tem mais 6 on 6.

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Drawing: A drawing a day.

Eu sempre gostei de desenhar. Desde muito pequena rabiscava qualquer pedaço de papel que estivesse por perto (menos nos meus livros, porque desde cedo eu olhava para esses objetos como algo sagrado). Desenhava mais paisagens, porque eu achava mais fácil e um primo meu com pretensões de artista me ensinou alguns truques. Não que meus desenhos fossem bons. Pelo contrário. Eram desenhos bem feinhos. Cheguei a fazer um curso, na escola, de cartoon com o Jerry. Foi uma experiência maravilhosa, que me ensinou muito sobre traço, como usar o lápis e, claro, a desenhar os personagens que o professor ensinava.

Na adolescência eu desenhei bastante. Tinha agenda, como toda guria de 13/14 anos (e eu tive até os 17!), mas não deixava ninguém assinar (por favor, todos sabem o que isso significa, né?! ou então eu estou MUITO velha). O que eu fazia com minha agenda se eu nao anotava compromissos (agenda de adolescente não é para anotar compromissos) e ninguém deixava o seu recadinho especial para mim? Eu desenhava. Fazia colagens. Inventava moda com têmpera. Todos os dias eram preenchidos com isso.

Então eu dei um tempo no desenho. Não sei o motivo, simplesmente fui parando. Foi perdendo a graça. É que eu não sabia desenhar, e ficava só tentando. Então eu ganhei um Moleskine. Lindão. Enchi o caderninho mais devagar do que gostaria. Mas experimentei outras coisas, como o giz pastel. Eu nunca tinha usado giz pastel antes. Fiz até um vídeo mostrando minhas tentativas desenhísticas (muitas delas foram olhando desenhos de outras pessoas nos grupos do Flickr e tentando fazer parecido). E o Moleskine virou febre. Passava horas assistindo vídeos de artistas e centenas de pessoas comuns mostrando seus desenhos também. Aí terminou o caderninho de desenho mais estiloso do mundo. Parei de novo.

 Ganhei mais três Moleskines, não os bonitões com capa de couro. Uns mais simplesinhos, mas com a mesma qualidade de papel. E deles eu usei apenas a metade de um até hoje. Pois é. Não tenho desenhado muito. E o mais engraçado de tudo isso é que eu adoro desenhar. E gostaria de aprender, de verdade.

Nessa semana, revisitando algumas assinaturas antigas no Youtube, redescobri um canal muito bacana que ensina a desenhar! O Shoo Rayner Drawing School. Olhei uma porção de vídeos do Shoo Rayner e decidi que vou fazer um desenho por dia (começando com os primeiros vídeos postados / aulas mais antigas) e fazendo todas as aulas que couberem nesses 365 dias que tenho para desenhar um desenho por dia. Já fiz alguns desenhos e estou super empolgada com esse novo projeto.

A drawing a day é uma meta até o final do ano, um projeto que visa principalmente praticar. Porque desenho e isso, prática. E os vídeos são super bacanas e incentivam bastante, e um dos lemas do artista é: qualquer um pode desenhar. E se qualquer um pode, eu posso! Vamos ver como eu me saio. Assim que terminar esse Moleskine que estou usando agora (o segundo) eu faço outro vídeo, que vai mostrar os desenhos feitos antes e os feitos durante o projeto.

Empolgação é meu nome. Borá lá, fazer um desenho por dia?

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Mais teatro, Brasil!

O teatro é uma das artes mais antigas da humanidade. Infelizmente ela é hoje quase exclusividade das classes mais abastadas da sociedade, e isso não é porque os atores ou produtores culturais estão apenas interessados em dinheiro, muito pelo contrário, existem milhares de iniciativas espalhadas pelo país que visam democratizar o acesso à cultura e aí está inserido também o teatro.

Mas existe essa palavrinha mágica: acesso. A maioria das pessoas, de cidades pequenas, de pouco poder aquisitivo e sem o hábito de frequentar teatros, não tem acesso a arte dos palcos. E o acesso não diz respeito apenas ao valor dos ingressos para assistir espetáculos. É claro que o valor desses ingressos, na grande maioria das vezes, não condizem com a situação financeira da maioria da população brasileira. Entretanto, um dos motivos que mais pesa para que muitas pessoas que desejam assistir espetáculos teatrais não o façam é a falta de salas destinadas a esse propósito nas cidades em que vivem.

As salas de teatro estão concentradas nas regiões centrais, capitais e grandes cidades. Quem mora em regiões metropolitanas está, por vezes, muito distante dos locais destinados a cultura e perdem diversas oportunidades justamente pela distância e por depender do transporte público para se deslocar – e retorno acaba por ficar prejudicado, pois linhas intermunicipais tendem a ter horários reduzidos à noite.

Esse é justamente o meu caso. Moro na região metropolitana de Porto Alegre e se um espetáculo termina depois de uma certa hora não tenho como voltar pra casa (isso e é claro o valor absurdo dos ingressos de muitos espetáculos que vem pra cá). Já frequentei muito mais as salas de espetáculo, hoje fico a desejar. Iria muito mais ao teatro se na minha cidade houvesse um Teatro. Minha cidade tem mais de cem mil habitantes e nenhuma sala de espetáculos. Nem pública, nem privada.

Como muitas pessoas passam por situações semelhantes em todo o Brasil a Cennarium, empresa que transmite teatro via web, investiu em uma iniciativa mais do que bacana, a campanha “Mais Teatro, Brasil” que visa reunir assinaturas para o projeto de lei de incentivo popular que obrigue todo município com mais de 25 mil habitantes a receber um teatro com estrutura mínima para 250 espectadores.

Para saber mais leia o manifesto da campanha e se você também concordar que o teatro é nosso e o Brasil precisa de mais teatro, assine!

Qual a missão e o objetivo da campanha? Leia um trecho do manifesto e entenda:

Missão:
A Campanha é um grande manifesto nacional que tem como missão fundamental a inclusão sociocultural, educacional e digital, incentivando e disseminando arte, cultura e entretenimento de Norte a Sul do Brasil, tendo como base fundamental o Teatro!

Objetivo da Campanha:

Colher o maior número de assinaturas possível para dar entrada, junto ao Congresso Nacional, num Projeto de Lei de Iniciativa Popular, para que seja obrigatória a construção de um “Centro Integrado de Cultura” em cada município, cuja população seja superior a 25 mil habitantes.

A ideia central é permitir que populações inteiras, que nunca tiveram contato com espetáculos de qualidade, ou mesmo espaços destinados à arte e à cultura – em sua imensa maioria restritas ao eixo Rio – São Paulo –, passem a ter acesso as mais diversas formas de expressão artístico-culturais, fomentando e desenvolvendo entre estas populações, um hábito tão fundamental para a formação do caráter de um povo, como é a cultura!

Essa campanha é fundamental para alertar os governos e até mesmo a população para uma das áreas mais esquecidas no país, a cultura. Se um projeto como esse virar lei eu terei um centro integrado de cultura na minha cidade e todas as pessoas que moram em cidades menores que a minha também.

Vale ressaltar que um espaço físico destinado a cultura não é o único lugar onde se faz cultura. A cultura é tudo aquilo que a comunidade produz e existe o teatro de rua, que se pretende um teatro acessível a todos e que possa ser feito em qualquer lugar, no entanto a necessidade de um espaço específico é inegável.

Mais Teatro, Brasil!
Faça a diferença, porque, afinal: O Teatro é Nosso!
Dou a Maior Força!
E você?

Este texto faz parte da Blogagem Coletiva Mais Teatro Brasil promovida pelos blogueiros e twitteiros @samegui @maxreinert @alessandro_m e @lilianeferrari.

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