Música para exportação

Na semana passada estava almoçando no Restaurante Universitário (R.U.) da UFRGS ali na João Pessoa quando um amigo me falou de um tal clipe que estava aterrorizando no youtube (e aterrorizar é a palavra certa para o dito cujo).

Fiquei tri curiosa e pedi para ele mandar o link por email. Na mesma tarde recebo o tal link e assito o referido vídeo. Uma mistura de gargalhada histérica e riso aflito surgiu já no primeiro instante. Não resisti, acabei mostrando para todos aqui na firrrrma. Não há maneira racional, sensata ou séria de falar sobre o vídeo.

Trata-se de uma versão tão tosca quanto a original de Bate forte o Tambor de um grupo cujo nome condiz com a tosquice da música: Carrapicho. E tem mais, não é uma simples versão, ela é cantada em russo por um jovem muito estranho, e o videoclipe nos apresenta alguns elementos que possuem a habilidade de acabar com a sanidade dos fracos.

Se tiver estômago para isso, arrisque-se.

[youtube1]gIdMsu-YgJA[/youtube1]

Pensaments mórbidos…

…mas coloridos.  Navegando pelo flickr me deparo com uma fotografia fantástica. Meu encantamento se deu muito mais pelo que a câmera retratou do que pela qualidade da foto. Um túmulo, todo colorido. Achei lindo, lírico. Se trata do túmulo de alguém, isso é óbvio, mas alguém tão amado e tão especial que ganhou um presente de morte. Cor, muita cor. Quebrando a lógica instituída e cinza da morte. Eu sempre quis ser cremada ou doar meu corpo para alguma universidade, mas depois de ver essa linda homenagem fiquei tentada a solicitar algo assim para miha hora.

Os mortos invadirão Porto Alegre novamente!

ImageShack

Hoje à tarde uma legião de mortos vivos sairá pelas ruas de Porto Alegre, assutanto e procurando por miolos. É a segunda Zombie Walk de Porto Alegre. Um movimento público que ocorre em grandes centros urbanos do mundo todo em forma de caminhada, reunindo fãs de filmes de horror. A idéia é ser um zumbi durante a caminhada, agindo como tal: interpretando e se comunicando como “mortos vivos”, vestidos a caráter, grunhindo, gemendo e gritando “miolos” ou “cérebros”.

O evento é uma flashmob, divulgado quase que somente pela internet. A primeira foi no Canadá, em 2003, com apenas seis participantes. A primeira caminhada dos mortos do Brasil foi em Belém e a maior Zombie Walk da América Latina foi a de Porto Alegre, com 400 participantes no dia 9 de dezembro de 2006. E foi tão bacana que rendeu muitas fotos e vídeos.

Quem estiver disposto a se caracterizar de zumbi e passar por lá, se divertir horrores e terrores é só comparecer no vão da Casa de Cultura Mario Quintana de Porto Alegre lá pelas 16 horas e 30 minutos. A saída (o início da caminhada) será às 18h, caso tenha de se vestir ou se “zumbificar” no local, chegue antes!