Professora Daniela? – O que aprendi e o que espero da (e na) sala de aula.

Foram alguns anos esperando até que chegasse finalmente a hora derradeira. Pode parecer exagero, mas desde o momento em que decidi o curso que faria na universidade eu sabia que a hora de dar aula seria esperada com ansiedade. Agora, mais perto do que nunca de pisar em uma sala de aula experimentando o outro lado, uma série de perguntas afloram incessantemente. O que fazer? Como fazer? Será que eu consigo? Será que eu tenho competência para ser professora? Para ser professora de História? O ensino de história na escola serve para que, afinal? São tantas perguntas e poucas respostas.

Ensinar História é uma tarefa de grande responsabilidade. A história na escola não pode ser definida da mesma maneira como na academia. Ela tem propósitos e metodologias próprias. A dinâmica da sala de aula de um professor do ensino básico é muito diferente da dinâmica de um professor em uma sala de aula universitária. E aqui não existe nenhuma tentativa de qualificar mais um ou outro, são apenas distintos. A história na escola tem um propósito diferente. Read More

Agosto

Agosto, o mês do desgosto. Ou ainda o mês do cachorro louco. Frases da cultura popular para designar esse mês frio e cinza (pelo menos essa é a minha percepção do oitavo mês de nosso calendário). E segunda-feira, quatro de Agosto, teve início as aulas de mais um semestre na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e em mais 95% das instituições de ensino superior espalhados por esse país afora (número completamente aleatório, porque eu realmente não sei quando começam as aulas no Acre ou em Roraima). E como sou uma aluna bem aplicada vou a todas as aulas da primeira semana ouvir o que os professores das disciplinas em que estou matriculada tem a dizer sobre o que podemos esperar do semestre.

E antes mesmo da metade da semana já descobri que esse semestre não será nada fácil. Estou matriculada em seis disciplinas, já tive aula em três delas e duas são extremamente teóricas e com uma carga de leitura pesadíssima. Será a sina do mês de Agosto? Como boa menina que sou, não vou me desesperar. Se o referido mês carrega tão pesado fardo, o próximo é tão leve que se soprar ele sai voando. Setembro traz a primavera consigo, céu azul e ruas coloridas. E um semestre mais ameno. Assim espero.

Curtindo nas férias.

Curtindo a festa adoidada!

Depois das pirraças, intrigas orkutianas promovidas por certas cabecinhas pequenas e infantis, o retorno é triunfante. A UNI$UINO$ continua a mesma, mas com evento e pessoas do Brasil todo ficou “habitável” (referindo-se ao Simpósio da ANPUH). Matando a saudade de alguns amigos de verdade (da UNI$UINO$) e econtrando novos amigos (da UFRGS). Uma farra e tanto, muito vinho, cerveja e cachaça com velhos e novos amigos. Conhecendo pessoas de todo o Brasil. Ouvindo coisas inteligentes durante o dia e coisas bizarras à  noite.

o bom filho a casa torna!

Depois de passada a crise existencial das primeiras semanas vivendo com o estigma de ter feito 23 anos acabo de cair em outra crise, também existencial, mas de caráter acadêmico. Amo arqueologia, e isso todo mundo sabe. Estudo pra caramba esse tema, mas o leque de possibilidades teórico-metodológicas que ela te abre é tão imenso que estou sem saber pra onde ir. A etnoarqueologia tem me fascinado um bocado, estou pendendo bastante pra esse lado, mas ainda é cedo pra decidir. Espero que mais essa crise não interfira nas outras esferas da minha vida. Sendo o ato de blogar uma das minhas atividades preferidas, realmente desejo não deixá-lo as traças! Um beijo bem estalado na bochecha de cada um que me desejou felicidades pela data ‘tão querida’ e voltem sempre. Serão sempre bem vindos!

universidade

Foi muito engraçado o que ocorreu semana passada, foi o trote dos bixos de história aqui na UFRGS e foi bem tranquilo, leia-se encenação de veterano bancando professor ultra carrasco. E eu que já estou a tempos na universidade caí como um patinho, mas pensei que fosse o professor encenando. E ontem teve o trote oficial, um batismo e juramento aos deuses do álcool e da orgia. Eu que não sou muito a favor do trote achei meio sem propósito, mas até que valeu por ver a cara dos bixos todos envergonhados repetindo frases um tanto bestas… E foi dada a largada para esse semestre, textos, livros, trabalhos, seminários, tudo para ir bem e manter o curriculo impecável, afinal de contas o mestrado é logo ali! ;} Beijos e até mais.