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Posts em HQ.

Links Love #5

1. A primeira campanha ateísta do Brasil é lançada em Porto Alegre e o Milton Ribeiro e a Vivian Virissimo escreveram no portal Sul21 sobre o assunto. Bacana dar uma lida.

2. A Querida Cler, do Hit na Rede, escreveu sobre um tema muito importante: Uma pessoa pode ser avaliada, valorizada ou simplesmente amada apenas por sua aparência? Um texto ótimo!

3. Para quem não pode acompanhar a premiere de Harry Potter direto de Londres pode acompanhar o vídeo completo disponibilizado no youtube.

4. Saiu um fan teaser de Walking Dead muito bacana e o Ministry of Zombie Walks mostra para nós.

5. O blog Garotas Nerds mostrou as Nações fictícias nas HQs.

Tire o seu instinto da gaveta

Tem um blog, o .marcamaria, que conheci a pouco. Lá tem coisas magníficas. E tem um texto sobre a Samanta Flôor. Li, gostei e confessei:

Daniela / 14 de junho de 2008, 11:51 / Permalink

Vendo você falar (escrever) assim até me deu vontade de desenhar mais também. Mas eu não fiz curso nenhum. É só instinto. Guardado na gaveta.

Aí veio a resposta:

.faso / 14 de junho de 2008, 12:02 / Permalink

Oi Daniela,

Tudo bom? Seu primeiro comentário no blog! Que bom!! XD Olha só o post começando a fazer efeito! (risos).

Aulas de desenho te ensinam a trabalhar melhor a relação entre o seu cérebro e aquela coisa incontrolável chamada lápis.

Tire o seu instinto da gaveta, assopre a poeira e coloque ele no sol. Deixe ele aflorar e se divirta com todo o processo – foi isso que descobri com a Cornflake!

Um grande abraço e volte sempre,

.faso

Adorei. Pode ter certeza que voltarei sempre. Desenharei mais. Assoprarei bem forte.

Feliz dia Nacional dos Quadrinhos

No dia 30 de janeiro comemorei com mais alguns milhares o Dia Nacional dos Quadrinhos ou o Dia do Quadrinho Nacional. A data foi instituída 22 anos atrás e é uma homenagem a primeira publicação, em 1869. Lançada no periódico Vida Fluminense, “As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagemà Corte” foi escrita e desenhada por Ângelo Agostini. Ele também fundou uma das mais importantes revistas em quadrinhos do país, a Tico-Tico, de 1905.

Essa é uma data muito importante para os amantes da nona arte, porque renova as esperanças de se atingir realmente uma indústria de quadrinhos brasileira. Existem muitos quadrinistas, ilustradores e entusiastas dessa arte no país, mas eles ainda esbarram em editores que dão preferência aos projetos gringos e no próprio preconceito dos leitores com as publicações nacionais.

Quando se fala em quadrinho brasileiro a maioria das pessoas pensa em Maurício de Souza e Ziraldo, mas engana-se aquele que pensa que estamos limitados a estas publicações. Existe uma gama de HQs independentes e outras nem tanto circulando por todo o país. E importante mesmo é que ao lado da televisão, do rádio, do cinema e da imprensa, elas tornaram-se uma das mais importantes formas de expressão de nosso mundo, independente de raça, clero, dinheiro ou religião.

E agora estamos conquistando aos poucos o espaço digital, onde já se encontram a música e os filmes. O Blog dos Quadrinhos publicou uma lista de quadrinhos nacionais a um clique de distância. São centenas de tiras e histórias completas disponíveis na rede. Acessíveis para ler na tela ou baixar para o seu computador. Não é preciso nem comprar as revistas para se tornar um amante dessa arte!

*Nota publicada originalmente no Estratégia e Análise.

Feliz dia nacional das HQs (atrasada como sempre)

Na última Quarta-Feira, dia 30 de janeiro, foi celebrado em todo o país uma data muito especial: o dia Nacional da HQ. Apesar de conviver com gibis durante toda minha infância e adolescência, de ter aprendido a ler com a Turma da Mônica e com os gibis da Disney, me considero uma iniciante no assunto. Porém, mesmo que a paixão seja maior que o conhecimento também me dou o direito de comemorar!

A data não é oficial, mas é registrada em vários calendários e foi escolhida em homenagem à primeira publicação de quadrinhos no Brasil, em 1869: “As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte”. A história gira em torno de um caipira rico que resolve ir até a corte. A partir daí são inúmeras confusões e trapalhadas.

Alguns podem estar se perguntando: “mas o marco da oficial da criação da primeira HQ não é dos americanos, com o Yellow Kid (o Menino Amarelo) de Richard Outcault, em 1895?” Pois é, mesmo que o pessoal lá da terra do “american way of life” se considere criador dessa maravilha, as histórias em quadrinhos já existiam em diversas partes do mundo. E o Brasil não estava de fora, graças ao ítalo-brasileiro Ângelo Agostini, o criador do personagem Nhô Quim e suas aventuras. Recentemente foi lançado um álbum com os principais trabalhos dele, As Aventuras de Nhô-Quim & Zé Caipora: os primeiros quadrinhos brasileiros 1869-1883, organizado pelo jornalista e pesquisador Athos Eichler Cardoso.

Gostaria de fazer um panorama da situação das HQs no Brasil. Quem consome, quem cria, os independentes, os pops. E chegar à questão: há o que comemorar? No entanto não tenho um suporte/aporte estruturado para cometer tal ousadia. Deixo a árdua tarefa para quem entende do assunto mais do que a leitora amadora aqui.