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Blue Bloods estreia no canal LIV

Blue Bloods

O canal de entretenimento da Discovery, o LIV, traz na próxima segunda-feira, à noite (22 horas), um novo drama policial: Blue Bloods. Dos mesmos produtores de “Família Soprano” e protagonizada por Tom Selleck, a série narra a história de várias gerações de uma mesma família de policiais dedicados ao cumprimento da Lei nas ruas de Nova York.

Tom Selleck interpreta Frank Reagan, chefe do Departamento de Polícia da Cidade de Nova York e chefe de família. As duas funções precisam ser desempenhadas e ambas apresentam complicadores. Seu pai, ex-chefe de polícia, deixou algumas pendências que Reagan precisa resolver.

Seus dois filhos também fazem parte da corporação. O mais velho, Danny – interpretado por Donnie Wahlberg – é o maior orgulho e a maior preocupação do pai: um experiente detetive, também pai de família,  veterano da guerra do Iraque,  que, ocasionalmente, adota táticas pouco adequadas para solucionar seus casos. O mais jovem membro da família é Jamie (Will Estes): formado em Direito, abandona um futuro promissor como advogado para se dedicar à polícia. Apoiado pela esposa na mudança de carreira, sua vida sofre uma grande mudança ao ser designado para uma operação clandestina – desconhecida de seu próprio pai. A única representante feminina da família Reagan é a filha Erin (Bridget Moynahan), procuradora distrital na cidade de Nova York, mãe solteira, que também trabalha como consultora legal e advogada de seu pai e irmãos.

Blue Bloods é uma produção de Mitchell Burgess, Robin Green e Leonard Goldberg. A série foi criada por Mitchell Burgess e Robin Green (ambos de ‘Família Soprano’) para a rede de televisão CBS. O episódio que vai ao ar segunda à noite relata a difícil missão de Danny Reagan ao tentar compilar provas para levar um suspeito a julgamento pelo sequestro da menina que fora resgatada por ele.

Um primeiro episódio correto, mas que não chama muito atenção. Utilizando arquétipos clássicos das séries policiais nos mostra uma família unida – para o mal e para o bem – pela corporação policial. Certamente eu esperava um pouco mais de dois dos principais roteiristas de uma das séries mais aclamadas dos últimos anos (Família Soprano). Além disso, uma das cenas me deixou um pouco desconfortável enquanto historiadora: uma conversa à mesa entre os membros da família Reagan gira em torno dos direitos humanos ao abordarem os excessos de Danny para com o suspeito da semana. É esperado ver uma atitude até reacionária de um veterano da guerra do Iraque que não conseguiu livrar-se de seus traumas, no entanto, o comissário interpretado por Tom Selleck, que supostamente é a voz da razão – até mesmo em função de seu cargo -, acaba por concoradar com o primogênito, juntamente com o avô, um homem velho e marcado pela vida no departamento de polícia. E como trama paralela uma instigante conspiração, pelo menos é o que o roteiro deseja, é apresentada ao caçula da família. Pouco explorada no primeiro episódio, deixa em aberto algumas reviravoltas interessante para a família Reagan.

Blue Bloods

SERVIÇO:
BLUE BLOODS
Canal: Liv
Estreia: segunda-feira, 14 de fevereiro, às 22h
Classificação indicativa: 14 anos

Zumbis no episódio do Super Bowl de Glee

Não, não foi nenhuma invasão zumbi na série. O episódio prestou uma homenagem ao astro Michael Jackson apresentando uma performance de Thriller em um mashup com Heads Will Roll, do Yeah Yeah Yeahs.

A versão do clássico oitentista foi ao ar no episódio especial do Super Bowl e trouxe os memmbros do New Directions e do time de futebol caracterizados como zumbis recriando o clipe de Thriller em meio a um jogo de futebol americano.

E a caracterização como zumbis foi a melhor coisa do episódio. A performance foi bacana, mas não me agradou tanto quanto eu esperava. Assim como o episódio. Kurt fez muita falta, pois ele e Sue são os melhores personagens da série (e os melhores atores também) e o moço apareceu muito pouco – quase nada – e não cantou uma musiquinha (o backing vocal não conta).

Mesmo que o episódio tenha focado bastante a insanidade de Sue, a coisa foi morna do início ao fim e nem os números musicais salvaram (Kate Perry e The Zombies também marcaram presença). Além disso, ver Quinn e Finn balançados um pelo outro de novo não convenceu.

Espero que nos próximos episódios a trama melhore, e muito. Até lá, aguardo com ansiedade o retorno dos belos números musicais.

Sobre o final de Lost

Lost - The End

Lost - The End

O que falar sobre o final de Lost? Tanto já se disse, muitos escreveram (de coisas boas até a completa falta de entendimento da série e principalmente do final). Pois é. eu não posso dizer que me satisfiz com aquele final. Na verdade eu achei um episódio bom, interessante para um final, mas de outra série. Lost precisava ser diferente. Sei lá, acho que aquela coisa meio espiritualista não agradou. Preferia um final mais ficção científica, se é que me entende. Não pareceu que o final fora programado e pensado desde a quarta ou terceira temporada como os criadores disseram/prometeram. Mas também, quem sou eu pra falar.

Não pense que achei um final de todo ruim, pelo contrário, gostei bastante de muitas coisas, só achei que Lost merecia mais. Pra ser sincera, os finais de Battlestar Galactica, Buffy, entre outras, mexeram muito mais comigo.

O final não amarrou bem a temporada, quem dirá a série inteira, com suas seis complexas temporadas, a sexta temporada teve muita enrolação, apresentação de coisas, fatos e pessoas que em nada contribuíram para o enredo e para o desfecho final e  explicação fundamental não foi feita.

O final não satisfez todas as dúvidas. eram tantos outros que já perdi a conta e os últimos outros que apareceram eu ainda não sei de onde saí­ram. Fiquei sem saber uma porção de coisas. Na verdade, o episódio serviu mesmo para juntar casais e resolver pendências de alguns personagens. E como eu vibrei ao rever Charlie, e como chorei ao juntarem ele com Claire, sem dúvida aquilo que mais senti falta depois da terceira temporada. E vibrei muito também com Juliet e James juntos de novo. Mas pra série esse final não serviu muito.

E mesmo tendo gostado desses reencontros (o que fez com que eu gostasse um pouco do episódio), o finalzinho mesmo foi cretino: uma reunião póstuma, com direito a descobrir que estavam todos em uma espécie de purgatório, e pior, em uma igreja que se ilumina para o céu quando as portas se abrem quando eles estão prontos para conhecer a graça divina.

Mas, tem uma pergunta que preciso fazer: será que J. J. Abramns e Damon Lindelof realmente acham que todo mundo caiu nessa de que a ilha é uma rolha que tem uma rolha? Rolha de que? Pra que? Essa explicação foi dada e logo em seguida os fatos a desmentia, e ninguém se preocupou com isso.

Recomendo fortemente que leia textos de blogueiros especializados, os companheiros da Sociedade dos Blogs de Séries estão bem mais habilitados pra falar do que eu. Porque eu simplesmente ainda não consigo articular nada coerente em relação ao final de Lost.

O retorno de Glee

Finalmente o retorno de uma das melhores comédias da atualidade. E Glee retorna em grande estilo.

Glee - The Power of  Madonna

Glee - The Power of Madonna

O episódio de retorno foi Hell-O. Uma brincadeira com as palavras Hello e Hell. E trata das vidas amorosas do pessoal de Glee. Rachel encontra um novo amor da sua vida, que por acaso é do Vocal Adrenaline, grupo rival do New Directions. A intriga está formada. Mr. Schuester também precisa resolver suas pendências amorosas depois daquele final magnífico de Sectionals.

Hell-O é bom, mas The Power of Madonna é muito melhor. Um episódio inteirinho dedicado à Diva. Canções e feminismo, o poder feminino invadindo a escola. O melhor foi ver Jane Lynch mostrar ainda mais o seu talento. Sue foi realmente o destaque do episódio com o vídeo de Vogue. encarnando uma versão sexy de Madonna e de si mesma. Ela é certamente a vilã mais carismática da temporada.

No episódio o drama de ser um adolescente continua. Desta vez alguns personagens estão com dúvidas em relação a virgindade. Eu achei o episódio divertido, bem escrito, com números fantásticos.  Sem contar, é claro, o choro no final do episódio…

Glee - The Power of  Madonna

Glee - The Power of Madonna

E na data de retorno da série (13 de abril) junto com Hell-O, foi lançado um CD com as músicas de Madonna interpretada pelo elenco de Glee. No CD têm sete canções que aparecem no episódio:

1. Express Yourself
2. Borderline/Open Your Heart
3. Vogue
4. Like A Virgin
5. 4 Minutes
6. What It Feels Like For A Girl
7. Like A Prayer

E Glee retorna também a minha programação semanal atrapalhando o cronograma da monografia… Mas vale muito a pena. Ansiosa pelos próximos episódios, é claro.

Buffy the Vampire Slayer

Buffy the Vampire Slayer

Buffy the Vampire Slayer

Depois que fiquei órfã de Dollhouse, nada mais natural do que procurar outra série do mesmo criador para tentar aplacar a tristeza. Então o Ju me iniciou no mundo de Buffy. A cultuada série de vampiros dos anos 90 e início dos 2000 fez minha cabeça. Estou completamente viciada – percebeu como eu sempre me vicio em tudo que Joss Whedon coloca seus dedinhos mágicos?

É bacana ver esse universo vampiresco de antes da super explosão de Crepúsculo e afins (neste grupo não está inserida a série True Blood da qual eu sou fã e possui uma qualidade infinitamente superior aos livros e filmes das crepusculetes). E mais bacana ainda é ver, em alguns episódios argumentos de séries atuais. Séries inteiras feitas a partir de coisas que rolaram em apenas um episódio de Buffy.

E é inevitável comparar Buffy com True Blood, afinal em ambas temos uma garota que se apaixona por um vampiro. Porém, as séries não são meras cópias ou um punhado de semelhanças. Em True Blood o romance entre Bill e Sookie é tórrido, cheio de cenas picantes. Ao passo que em Buffy o romance corre o risco de acabar (como acontece em um dado momento) se chegar “aos finalmente”.

É delicioso ver um episódio atrás do outro e ainda mais com personagens tão maravilhosos e únicos. Já sou apaixonada por Xander e Willow, os colegas de escola de Buffy que passam a ajudar na caçada.

Buenas, para resumir, a série trata da vida de Buffy, que foi escolhida como a caça vampiros e vai morar em Sunnydale, uma cidadezinha pacata que esconde grandes segredos (rá!) – ela fica na boca do inferno. Ou seja, todos os demônios, vampiros e seres sobrenaturais vão para lá fazer piquenique. Lá ela encontra em dois dos seus colegas de escola os seus mais fiéis aliados e o bibliotecário é seus guardião, enviado da Inglaterra para protegê-la, ensiná-la e ajudá-la na árdua tarefa de se livrar de todos tipo de demônio.

Enfim, mais um vício, mais um drama daqui alguns meses (ou quem sabe semanas) quando eu terminar de assistir a season finale.

Dollhouse – recapitulando a segunda temporada (parte 2)

Dollhouse

Dollhouse

Retornando com a saga de Dollhouse depois de tanto tempo. Ainda não consegui me recuperar desse cancelamento. Mas uma hora teria de encarar e voltar a escrever sobre a série. Segue então a segunda parte dos breves comentários sobre a segunda e última temporada de Dollhouse.

Dollhouse – 2×9 – Stop-Loss – 9,0

Exibido originalmente no dia 18 de Dezembro de 2009. Escrito por Andrew Chambliss e dirigido por Félix Enríquez Alcalá.

Um episódio bastante sólido, onde descobrimos outras ramificações dos projetos da Rossum. A corporação investiu sua tecnoologia em um grupo paramilitares e descobrimos isso quando Anthony, após o término de suas obrigações para com a Dollhouse tem sua memória original reimplantada e logo que ele sai da Dollhouse é sequestrado pelos seus antigos colegas de exército.

Um episódio que mostra o passado do personagem e de como a Dollhouse se apodera das pessoas de uma maneira que o desligamento total é quase impossível. Um epiódio que mostrou resultados positivos para a mitologia da série. E é bacana quando começamos a ver que diferentes ativos começam a reter uma parte de algo que supostamente teria sido apagado, mesmo que seja lembranças ou impressões.

Dollhouse - Stop Loss

Dollhouse - Stop Loss

Dollhouse – 2×10 – The Attic – 9,5

Dollhouse - The Attic

Dollhouse - The Attic

Exibido originalmente no dia 18 de Dezembro de 2009. Escrito por Maurissa Tancharoen e Jed Whedon e dirigido por John Cassaday.

Um daqueles episódio de deixar tonto. Quando tudo parecia encaminhado para um lado, uma reviravolta mirabolante é jogada nas nossas mãos e ficamos com aquela sensação dedesmoronamento. Mais um pouquinho de Caroline, uma aventura pelo tão falado Sótão, uma conspiraçãozinha ali e finalmente a resistência. Um episódio que reúne tudo isso não poderia ser outra coisa senão maravilhoso.

Além da continuidade e conexões na mitologia, este episódio é também um dos episódios mais visualmente impressionante de Dollhouse. O diretor convidado (John Cassaday, que trabalhou com Joss em “Astonishing X-Men“) tinha um sentido claro de comunicação visual, e as imagens ajudaram a comunicar o caos familiar no centro do sótão.

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Dollhouse – recapitulando a segunda temporada (parte 1)

Dollhouse

Dollhouse

A segunda temporada de Dollhouse foi ainda melhor do que a primeira (e olha que a primeira, apesar dos altos e baixos, foi bem boa). Já escrevi sobre os quatro primeiros episódios da temporada aqui no blog, e agora segue meus modestos comentários sobre os episódios restantes.

Dollhouse – 2×5 – The Public Eye – 8,0

Exibido originalmente no dia 04 de Dezembro de 2009. Escrito por Andrew Chambliss e dirigido por David Solomon.

O destaque desse episódio são as intrigas, as mudanças de direção e as surpresas. Echo é enviada para Washington, DC, com a missão de parar o senador Daniel Perrin antes que ele possa expor os segredos das Dollhouse’ – e por tabela os segredos da Rossum. Adelle e Topher também vão para a Dollhouse de Washington, DC, onde se encontram com a a programadora genial, Bennett Halverson (Summer Glau), uma mulher com uma ligação misteriosa ao passado de Echo e sua personagem foi um deleite para assistir. As reviravoltas todas que ocorrem na vida do Senador e com Echo ora no seu encalço, ora ajudando-o, muito bacana.Um episódio que misturou de forma bastante interessante a mitologia da série com as histórias individuais dos compromissos dos ativos. Muitas respostas foram reveladas, mas uma série de  outras questões foram levantadas.

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