Novidades antigas

Chegando de mansinho para compartilhar algumas novidades que deixei passar em branco aqui pelo blog.

Para quem ainda não viu meus comentários nas redes sociais, eu não sou mais frequentadora do curso de Letras da UFRGS, o que me deixa muito triste, mas com mais tempo e disposição (afinal acordar 5 horas da madrugada todos os dias não é lá muito agradável).

No entanto, apesar de ter trancado um curso que eu sempre quis muito fazer, eu iniciei uma nova etapa na vida. Em março começaram as aulas da pós-graduação no curso “O Ensino da Geografia e da História: Saberes e Fazeres na Contemporaneidade” que já está na sua quarta edição e é oferecido pela Faculdade de Educação da UFRGS. Estou gostando bastante das aulas e com muitas expectativas. As aulas vão até dezembro e depois vem mais uma monografia.

EGH

Pois essas não foram as únicas notícias que “esqueci” de compartilhar por aqui. Finalmente estou de CEP novo, a reforma no apartamento que eu e o @cavalca compramos ficou pronta e desde o dia 03 de Maio nós somos os mais novos moradores de Canoas/RS.

Felicidade é pouco para descrever esse momento da minha vida. 🙂

The end of an era, and the beginning of another

No último fim de semana finalizei o trabalho de conclusão de curso para obter o grau de licenciada em História na UFRGS. Pois bem, de agora até fevereiro de 2011, quando houver a cerimônia de colação de grau e finalmente ter obtido meu diploma de graduação, vivenciarei um período de transição, adaptação. Então, terei completado um ciclo que durou sete anos.

Sete anos desafios e escolhas. Sete anos, duas universidades, uma graduação e muitos amigos, aprendizados e experiências. Agora vivo a nostalgia. Todas as noites, antes de dormir, lembro dos momentos, bons e ruins, que vivi ao lado dos colegas e professores. Das provas, trabalhos, bolsas de pesquisa e estágios. Tudo isso fez parte da fase mais marcante da minha vida.

É o fim de uma era. Em fevereiro começa outra: com a procura por emprego, agora com o diploma (chega de estágio!), a vida adulta de verdade, sem a desculpa de ser estudante, novos desafios, novas escolhas, novos aprendizados, novas experiências.

Sobre o TCC, bom, finalizá-lo foi um alívio, uma alegria muito grande. Ver que eu produzi um trabalho sobre um assunto que gosto muito e que a partir dele muitos outros virão. Afinal esse é o primeiro de muitos, como diz meu orientador. Foi com muita satisfação e lágrimas nos olhos que apertei pela última vez (antes da revisão do orientador, é claro) o botão de salvar no Open Office.

Nessa noite terminei a revisão depois das correções do orientador. Agora é imprimir, mandar para banca e esperar até o dia 07 de dezembro, quando farei minha defesa.

Ficou o alívio, a saudade e um trabalho para a vida toda.

O TCC com as correções do orientador

As Aventuras de Biblos – contar histórias para entender e preservar patrimônio

Nos últimos anos vem se discutindo o espaço museal como um espaço de educação não formal e a Educação Patrimonial vem ganhando lugar nas discussões acadêmicas a ponto de fazerem parte dos currículos de cursos superiores. Dentro dessa nova perspectiva o Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (MUHM) propõe atividades educativas para receber grupos de escolares. Uma dessas propostas nos interessa abordar no momento, pois participaram do processo de criação alunos de estágio curricular da disciplina Estágio de Docência em História III – Educação Patrimonial da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Em conjunto com um grupo de quatro alunos provenientes desta disciplina eu e Fabiana Nunes da Silva, também estagiária do MUHM, elaboramos um texto de caráter ficcional e infanto-juvenil para compor um livro cujo nome foi escolhido pelo grupo: As Aventuras de Biblos: Aprendendo a preservar. Contamos, para tal, com o auxílio técnico-teórico da Técnica em Biblioteconomia do Museu, Erika Alíbio. O livro aborda de forma lúdica a preservação de livros. Entendendo aqui o livro como um patrimônio histórico, a oficina, que é uma contação de história, visa aproximar as crianças da noção de preservação de patrimônios a partir daquilo que lhe é mais próximo, o livro didático.

IMPORTANTE: este texto foi originalmente escrito para a XV Jornada de Ensino de História e Educação.

Agosto

Agosto, o mês do desgosto. Ou ainda o mês do cachorro louco. Frases da cultura popular para designar esse mês frio e cinza (pelo menos essa é a minha percepção do oitavo mês de nosso calendário). E segunda-feira, quatro de Agosto, teve início as aulas de mais um semestre na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e em mais 95% das instituições de ensino superior espalhados por esse país afora (número completamente aleatório, porque eu realmente não sei quando começam as aulas no Acre ou em Roraima). E como sou uma aluna bem aplicada vou a todas as aulas da primeira semana ouvir o que os professores das disciplinas em que estou matriculada tem a dizer sobre o que podemos esperar do semestre.

E antes mesmo da metade da semana já descobri que esse semestre não será nada fácil. Estou matriculada em seis disciplinas, já tive aula em três delas e duas são extremamente teóricas e com uma carga de leitura pesadíssima. Será a sina do mês de Agosto? Como boa menina que sou, não vou me desesperar. Se o referido mês carrega tão pesado fardo, o próximo é tão leve que se soprar ele sai voando. Setembro traz a primavera consigo, céu azul e ruas coloridas. E um semestre mais ameno. Assim espero.